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Notícias / União Europeia

União Europeia quer sanção para a importação de ouro russo

Ministros das relações exteriores da União Europeia discutem a proibição de importação de ouro russo

Redação Publicado em 18/07/2022, às 17h46

Imagem ilustrativa de ouro - Foto de Steve Bidmead no Pixabay
Imagem ilustrativa de ouro - Foto de Steve Bidmead no Pixabay

Na tentativa de impedir o financiamento da guerra, ministros da União Europeia, discutem a proibição da importação de ouro vindo da Rússia. O plano deve ser aprovado formalmente essa semana. 

Como aponta o The Guardian, o alto representante da UE para a política externa, Josep Borrell, explicou que essa é a medida mais importante do último plano. Segundo ele o objetivo é “melhorar a implementação das sanções já existentes”.

No projeto de regulamento a proibição será para “a importação, compra ou transferência direta ou indireta de ouro, que constitui a exportação mais significativa da Rússia depois da energia”.

Na reunião dos ministros em Bruxelas , Borrell expôs que existe um debate sobre a questão das sanções serem mais negativas para os membros da União Europeia do que para a Rússia.

"Há um grande debate sobre se as sanções são eficazes, se as sanções nos afetam mais do que a Rússia. Alguns líderes europeus têm dito que as sanções foram um erro, foi um erro; Bem, eu não acho que foi um erro”, disse.

Fornecimento de armas

A União Europeia passou por 6 rodadas de sanções contra a Rússia. Antes da guerra, os países do bloco faziam mais comércio com o país do que os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, que lideram as imposições, de acordo com Oleksiy Makeyev, enviado especial da Ucrânia para sanções.

A proibição iminente do gás foi descartada pela UE, mas de acordo com um diplomata sênior do bloco, "As decisões de Putin estão fazendo com que tudo seja mais rápido do que se tivéssemos um pacote de gás", sobre a decisão de cortar o fornecimento.

Gabrielius Landsbergis, ministro das Relações Exteriores da Lituânia, defendeu na reunião que a discussão deveria estar em torno do fornecimento de armas à Ucrânia. 

“Se há algo que precisa ser continuado, são as entregas de armas. E qualquer um que possa fazer isso – obviamente, esses são os principais países industrializados do mundo ocidental – eles precisam aumentar suas entregas”, disse.