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Vaticano: trabalhadores que não apresentarem certificado sanitário terão salários cortados

A medida passará a valer a partir de outubro e tem como objetivo endurecer protocolos em meio à pandemia

Penélope Coelho Publicado em 29/09/2021, às 11h58

Papa Francisco no Vaticano
Papa Francisco no Vaticano - Getty Images

De acordo com informações da agência de notícias ANSA, publicadas na última terça-feira, 28, a partir de 1° de outubro, o Vaticano passará a exigir um certificado sanitário anti-covid nos locais de trabalho, caso os funcionários não apresentem o documento, não irão receber o salário referente ao dia.

O secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, confirmou o decreto, que servirá para endurecer as regras sanitárias do Vaticano, em meio à pandemia do novo coronavírus.

"O funcionário desprovido das certificações não poderá acessar o local de trabalho e será considerado como ausente sem justificativa. Por toda a duração da ausência, não será pago salário, a não ser os recolhimentos previdenciários e assistenciais, bem como a contribuição para o núcleo familiar”, revela o documento.

Segundo informado na publicação, o chamado ‘passaporte anti-covid-‘ pode ser obtivo por pessoas que já receberam a vacina contra a covid-19, e também valerá para trabalhadores terceirizados e visitantes.

Entretanto, o decreto não fala sobre uma obrigatoriedade do documento para fiéis que comparecem nas missas e também em audiências gerais conduzidas pelo líder da Igreja Católica, papa Francisco.