Notícias » Estados Unidos

"A violência nunca é aceitável”: Melania Trump condena invasão ao Capitólio

Em uma carta aberta ao público, a primeira-dama disse estar "decepcionada" com os ataques recentes

Alana Sousa Publicado em 11/01/2021, às 12h00

Trump ao lado de Melania
Trump ao lado de Melania - Wikimedia Commons

Melania Trump, esposa de Donald Trump, publicou uma carta em sua rede social em que se direcionou sobre os recentes atos de violência no Capitólio dos Estados Unidos. A primeira-dama compartilhou uma publicação no site oficial da Casa Branca — e no Twitter — aonde confessou que está “decepcionada e desanimada” com os acontecimentos da última semana.

“Imploro que as pessoas parem com a violência, nunca façam suposições com base na cor da pele de uma pessoa ou usem ideologias políticas diferentes como base para agressão e crueldade. Devemos ouvir uns aos outros, focar no que nos une e nos elevar acima do que nos divide”, diz Melania em um trecho da carta.

Essa foi a primeira vez que ela se pronunciou sobre os protestos violentos que tiveram início no dia 6 e deixaram quatro mortos. Além de condenar a invasão, a mulher ainda se solidarizou com os mortos.

Antes de terminar o desabafo dizendo que foi a maior honra de sua vida ter servido como primeira-dama dos EUA, Melania acrescenta: “Nossa nação deve se curar de maneira civilizada. Não se engane, condeno absolutamente a violência que ocorreu no Capitólio de nossa nação. A violência nunca é aceitável”.

Sobre Donald Trump

Donald Trump nasceu e cresceu no Queens, entre seus quatro irmãos. Seu pai, Fred, é descendente de imigrantes alemães, enquanto sua mãe, Mary Anne, migrou da Escócia em 1930. Na faculdade, recebeu o diploma de bacharelado em economia, pela Wharton University of Pennsylvania, em 1968.

Aos 25 anos, recebeu a empresa de imóveis e construção de seu pai. À frente da Trump Organization, Donald recebeu o título de magnata. Em 2015, anunciou sua nomeação para a presidência dos EUA pelo Partido Republicano.

Durante sua campanha, Trump usou de discursos de cunho populista e anti-imigração, sempre lembrando seu lema: “Make America Great Again”. Em 2016, o republicano derrotou a democrata Hillary Clinton e se tornou o 45º Presidente dos Estados Unidos.