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Notícias / Virada Cultural

Virada Cultural de 2022 será menor e descentralizada

Evento promete ser mais democrático ao ser distribuído também em regiões periféricas da cidade

Éric Moreira, sob supervisão de Wallacy Ferrari Publicado em 27/05/2022, às 16h09

Luísa Sonza, Gloria Groove e Black Alien se apresentarão na Virada Cultural 2022 - Reprodução / Instagram
Luísa Sonza, Gloria Groove e Black Alien se apresentarão na Virada Cultural 2022 - Reprodução / Instagram

A Virada Cultural é um evento promovido pela prefeitura da cidade de São Paulo desde 2005, realizado anualmente com a ajuda de diversos artistas, mas que teve uma pausa por conta da pandemia de coronavírus.

Em 2022 ela estará de volta pela capital paulista, mas com os shows em regiões mais periféricas, afastadas do Centro da cidade, por conta do aumento de roubos pela região e dispersão da Cracolândia.

Tradicionalmente, o evento tinha programações em centros culturais diversos pela cidade, mas com os principais shows realizados em bairros centrais, como República, Santa Cecília, Vale do Anhangabaú e Sé. Em 2019, a Virada Cultural consistiu-se de 1200 apresentações, em mais de 250 pontos da cidade, com um público de cerca de 5 milhões de pessoas, como aponta o g1.

Esse ano, por sua vez, o evento acontecerá apenas próximo a região do Vale do Anhangabaú, pelo Centro. Além disso, a previsão é de que as atrações reúnam cerca de 2 milhões de pessoas, e acontecerão em somente 96 pontos diferentes da cidade, e ocorrerá neste fim de semana, dias 28 e 29.

Segundo a prefeitura da cidade de São Paulo, a edição da Virada Cultural deste ano — intitulada de 'Virada do Pertencimento' — foi pensada em fortalecer e incluir mais as regiões periféricas no evento, longe do Centro. Dentre as principais atrações, destacam-se Luísa Sonza, Don L, Djonga, Gloria Groove, Barões da Pisadinha, Black Alien, Jorge Aragão, Péricles, Ludmilla, Fresno e Pitty.

Cracolândia

Após operações da Polícia Civil, a Cracolândia se espalhou por diversos pontos do Centro da cidade de São Paulo. A instituição afirma que com a dispersão se torna mais fácil prender traficantes e convencer usuários a buscarem ajuda; no entanto, residentes locais reclamam do aumento da sensação de insegurança.

Durante a Virada Cultural, a Polícia Militar já alegou que vai reforçar a segurança da cidade com um "detalhado planejamento junto às unidades subordinadas que receberão os palcos e as atividades atinentes ao evento".