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“Já vi coisas que eu fico pensando: Será que foi verdade?”: Entrevista com o único sobrevivente brasileiro de Auschwitz

No aniversário de 75 anos da libertação do campo de concentração da Polônia, relembre o relato de Andor Stern, uma das vítimas do Holocausto

Alana Sousa e Thiago Lincolins Publicado em 27/01/2020, às 15h00

Andor Stern
Andor Stern - Gustavo Amorim

Após vinte dias dentro de um vagão, Andor Stern, que pesava apenas 28 kg, foi resgatado por soldados americanos em 1º de maio de 1945. Ele havia passado pelos piores horrores que a Segunda Guerra poderia causar, no campo de concentração de Auschwitz.

“Já vi coisas que eu fico pensando: Será que foi verdade?”. Ele comenta antes de começarmos a gravar a entrevista. Capturado na Hungria, quando ainda adolescente, Stern perdeu quase toda a família durante o Holocausto. Passou anos sem saber qual tinha sido o destino de sua mãe, que viu pela última vez em 1942.

Crédito: Gustavo Amorim

 

A sua história é contada na biografia “Uma Estrela na Escuridão”, escrita pelo historiador Gabriel Davi Pierin. A obra, que também foi adaptada para os quadrinhos, mistura duas formas de narrativas. Com o contexto histórico da guerra e o relato de sobrevivência.

Hoje, aos 91 anos, Andor trabalha em uma das maiores petroquímicas do país. E não alimenta ódio pelo seu passado.

Confira a entrevista abaixo.


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