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5 fatos sobre a princesa Margaret, a polêmica irmã de Elizabeth II

Com a vida marcada por traições e escândalos a figura da filha caçula do rei George VI ainda desperta curiosidade

Penélope Coelho Publicado em 10/08/2020, às 16h56

Fotografia da Princesa Margaret
Fotografia da Princesa Margaret - Getty Images

1. Primeira celebridade da monarquia

Muito antes da princesa de Gales, Diana, chamar a atenção dos tabloides e fotógrafos, a vida de Margaret Rose já causava certa euforia. Por ser única irmã da Rainha da Inglaterra, a princesa se viu rodeada pelo interesse de terceiros em sua história.

Nascida em 21 de agosto de 1930, quando jovem, a moça levava uma vida relativamente comum para uma nobre inglesa, até ver sua vida mudar quando seu tio rei Edward VIII, abandonou o trono com objetivo de se casar com uma figura malquista na monarquia. A menina viu seu pai George se tornar um rei e alguns anos depois sua irmã se tornar rainha, um fardo que ela não pensou que teria que aguentar.

Conhecida por ser uma mulher independente e que gostava de se divertir, o estilo de vida de Margaret chamava a atenção, além disso, o senso de moda da princesa ainda inspirou diversas tendências de estilo, principalmente durante as décadas de 1950 e 1960. Por isso, a alteza ficou conhecida como a primeira celebridade da família real britânica, já que sua vida era mesmo interessante.


2. Casamento difícil 

A filha mais nova do rei George VI tinha fama de ser uma moça apaixonada e intensa em suas relações. Por não ter tantas responsabilidades como sua irmã, Margaret esperava que sua vida amorosa fosse ser menos controlada. Contudo, o decorrer de sua história não foi bem assim.

Mesmo que anteriormente tivesse se relacionado com outro homem e gerado polêmica pelo fato do cidadão ser divorciado, a nobre se casou com o fotógrafo Antony Armstrong-Jones, em 6 de maio de 1960, esse foi o primeiro casamento real da história a ser televisionado e assistido por mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. Margaret passou a ser chamada oficialmente de Condessa de Snowdon.

Apesar do início fervoroso, a relação com Armstrong-Jones foi em sua maioria conturbada e repleta de abusos psicológicos. Os dois filhos do casal, Visconde Linley e Lady Sarah não sustentaram uma união fadada ao fracasso.

Princesa Margaret e Anthony Armstrong Jones / Crédito: Getty Images

3. Relação com um homem mais novo

Sabendo das relações extraconjugais de seu marido, Margaret se sentia profundamente triste e solitária. Entretanto, não evitava a busca de consolo nos braços de outros homens.

Um dos casos mais famosos envolvendo o nome da princesa veio a público na década de 1970, revelando sua relação com um homem 17 anos mais novo do que ela. Tratava-se de Roddy Llewellyn, um jovem jardineiro — que a nobre havia conhecido durante uma viagem para a ilha particular de Mustique.

Na ocasião, a irmã da rainha buscava uma tentativa de esquecer seu marido, quando seu caso foi exposto na mídia e estampado em todos os jornais. O casamento que já estava praticamente acabado teve ali o seu fim.


4. O inevitável divórcio

Quando os constantes episódios de traição tornaram-se públicos a princesa tomou a uma decisão ainda mais polêmica e resolveu se separar. Tornando-se uma das primeiras mulheres a tomarem tal atitude na monarquia.

O casamento já não ia bem há muitos anos e por um longo tempo Margaret adiou o inevitável para que seu nome não estivesse envolvido em mais uma polêmica — o que deixaria sua irmã furiosa. Contudo, o divorcio de fato aconteceu em 11 de maio de 1978, esse episódio rendeu à princesa uma fama negativa na realeza, já que a Igreja Anglicana não aceitou o fim do relacionamento.

Fotografia em preto e branco da princesa Margaret / Crédito: Wikimedia Commons

5. Vicio em cigarro

Além da vida amorosa conturbada e da relação difícil com sua irmã, um dos maiores problemas na vida da princesa foi o hábito de fumar, que acabou levando Margaret para um triste fim.

Como relata o livro biográfico sobre a alteza, Noventa e Nove Vislumbres da Princesa Margaret, de Craig Brown, a Condessa de Snowdon começou a fumar quando tinha somente 15 anos de idade e para ela largar o vício foi quase impossível.

Em decorrência de seu hábito tabagista, a mulher enfrentou sérios problemas de saúde em especial no pulmão. No ano de 1985, a nobre teve que passar por cirurgias complicadas no órgão.

Em 1993, Margaret sofreu de uma pneumonia severa e no ano seguinte teve um derrame. Em 9 de fevereiro de 2002, após mais um ataque do coração a princesa não resistiu e faleceu aos 71 anos de idade, sete semanas depois, sua progenitora conhecida como a Rainha-Mãe, também morreu, tornando 2002 um ano de grandes perdas para a monarquia.


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