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As cinco maiores maldições da História

Clube dos 27, maldição da família Kennedy e Lágrimas do Demônio: Confira os mais terríveis mistérios de todos os tempos

Joseane Pereira Publicado em 22/09/2019, às 08h00

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Alguns mistérios atravessam a História de forma macabra. Confira cinco grandes maldições que continuam sem explicação, fervilhando a imaginação de muitos.

5. Lágrimas do Demônio

Crédito: Reprodução

 

Os quadros das Crianças Chorando, série de 27 telas pintadas pelo italiano Giovanni Bragolin, foram um enorme sucesso. Concluídas na década de 1950, as pinturas mostravam crianças pobres, com belas feições e lágrimas nos olhos. Acontece que coisas macabras ocorriam com aqueles que compravam os quadros: relatos sobre cozinhas incendiadas e casas devastadas por tragédias surgiram em toda a parte.

Foi aí que a lenda começou: o sucesso dos quadros seria fruto de um pacto entre Bragolin e o demônio. Tanto que o próprio artista, arrependido, recomendou que as pessoas destruíssem os quadros que haviam comprado.

4. Maldição do Edifício Joelma

Crédito: Reprodução

 

Na manhã de 1 de fevereiro de 1974, o Edifício Joelma, localizado na região central de São Paulo, entrava para a História como um dos três maiores incêndios que o Brasil já testemunhou. Ao todo, foram cerca de 490 pessoas feridas, sendo que 191 delas morreram no local. O incêndio, que teve início na manhã de uma sexta-feira chuvosa, foi causado pelo curto-circuito em um aparelho de ar condicionado no 12° andar.

Entretanto, muitos garantem que a tragédia teve outra causa: a maldição que pairava no local. Em 1948, antes da construção do edifício, uma jovem matou sua mãe e irmã e enterrou ambas no quintal. Após isso, ela mesma se suicidou. Tal ato teria selado o destino do lugar, que se tornou palco para terríveis mortes.

3. A Praga do Faraó

Crédito: Reprodução

 

Na tumba do jovem Tutancâmon, uma inscrição ameaçava: “A morte tocará com suas asas aquele que perturbar o sono do faraó”. Assim relatou o arqueólogo Howard Carter, mas ele mesmo não deu a mínima. Com sua equipe, invadiu a única tumba intacta remanescente do Egito antigo naquele ano de 1922. O financiador da expedição, lorde Carnarvon, também entrou. Desde então, coisas estranhas começaram a acontecer. 

Dezenas de pessoas ligadas ao achado acabaram falecendo, entre eles o próprio Carnarvon, que morreu de pneumonia cinco meses depois. O curioso é que Carter, o arqueólogo responsável pelo achado, faleceu somente 16 anos mais tarde.

2. Infortúnio em Família

Os Kennedy / Crédito: Reprodução

 

Marcando a história dos Estados Unidos no século 20, os Kennedy são o mais próximo de uma família real que o país já conheceu. Entretanto, algo macabro paira sobre eles: sofrendo inúmeras mortes estranhas, a família acabou ficando conhecida como amaldiçoada.

Dos nove filhos que Joseph e Rose Kennedy tiveram, quatro morreram prematuramente. Seus netos também tiveram fins trágicos, e muitos membros da família morreram em acidentes de avião. Os infortúnios foram até reconhecidos pelo senador Ted Kennedy, que durante uma transmissão televisiva em 1969 afirmou que "alguma maldição terrível realmente paira sobre todos os Kennedys".

1. Clube dos 27

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A morte de Morrison em 1971 contribuiu com uma lenda envolta por ares macabros: o Clube dos 27. O termo foi cunhado como consequência das mortes de grandes expoentes do rock e contracultura dos anos 60, entre 1969 e 1971. Todos faleceram aos 27 anos. Além de Morrison, Jimi Hendrix e Janis Joplin também nos deixaram nessa idade, e, antes deles, Brian Jones, dos Rolling Stones, e Robert Johnson, lenda do Blues americano

Décadas mais tarde, outros grandes nomes da arte também honraram essa sinistra tradição, como os músicos Kurt Cobain e Amy Winehouse e o artista Jean-Michel Basquiat. Estudos científicos já foram feitos acerca da possibilidade de morrer aos 27 anos, principalmente no meio artístico. Nada foi encontrado. No entanto, o imaginário popular ficou permanentemente gravado com o Clube dos 27.