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Convite macabro: Armin Meiwes, o canibal da internet

O alemão publicou que procurava alguém que ele pudesse matar e comer os órgãos. E a proposta foi aceita

Paola Churchill Publicado em 04/04/2020, às 09h00

Foto de Armin durante um jantar
Foto de Armin durante um jantar - Divulgação

Armin Meiwes era um pacato técnico de computadores que vivia na cidade alemã Rotemburgo. Com uma rotina pacata, não parecia possível que ganhasse destace internacional ao ser procurado por toda a polícia do país. No entanto, foi exatamente o que aconteceu. 

O técnico era obcecado pelo canibalismo, mas só começou a fazer vítimas depois da morte de sua mãe. Foi aí que passou a pesquisar sites sobre o tema e encontrou um fórum muito famoso do gênero chamado The Cannibal Cafe. Era o espaço perfeito para desenvolver o seu sadismo.

Em março de 2001, o alemão fez uma publicação no site dizendo que “procurava uma pessoa forte e robusta entre 18 e 30 anos para ser abatida e consumida por ele”. Um engenheiro de Berlim, Bernd Jurgen Armando Brandes, respondeu e disse que aceitava a macabra proposta. Outras pessoas se ofereceram como cobaia, mas acabaram desistindo no meio do caminho.

O engenheiro Bernd Jurgen Armando Brandes conheceu o assassino online/Crédito: Divulgação 

 

No mesmo mês, Bernd foi até a casa do psicopata e juntos iniciaram seu próprio óbito. Após transarem e com o consentimento de Brandes, o canibal cortou o órgão genital do engenheiro e depois passaram a comer juntos a carne humana.

A vítima havia se dopado de comprimidos para dormir e álcool, mal conseguia se mexer por causa da grande perda de sangue. Tudo era gravado, no episódio Meiwes levou seu jantar para uma banheira e enquanto lia um livro, conferia a cada 15 minutos qual era a situação da vítima.

O engenheiro perdeu a consciência e o psicopata após orar por sua alma, o matou com um golpe na garganta e pendurou seu corpo em um gancho de carne. Nos próximos 10 meses, o técnico da computação, comeu o cadáver que estava armazenado em seu freezer. Foi consumido em torno de 20 kg de carne que era manuseada pelo prazer bizarro do lunático.

O crime quase perfeito

Um ano após o crime, um estudante da Aústria telefonou a polícia depois de ver mais anúncios do assassino em busca de outras vítimas. Os oficiais foram até a casa do maníaco e encontraram partes do engenheiro e a fita de vídeo do crime perturbador.

Banheiro no qual aconteceu o crime/Crédito: Divulgação 

 

O homem confessou o assassinato e afirmou a polícia que queria escrever um livro pedindo para os leitores não cometerem os mesmos erros que ele. "Elas deveriam ir para tratamento, para que não cheguem ao ponto que eu cheguei". Ele pegou prisão perpétua por seus atos e dentro da prisão se tornou vegetariano.


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