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Do irmão gêmeo as últimas palavras: 5 fatos não tão conhecidos sobre Elvis Presley

O Rei do Rock passou por curiosos episódios — pouco conhecidos — ao longo de uma vida marcada pelo assédio midiático

Wallacy Ferrari Publicado em 20/12/2020, às 10h00 - Atualizado às 23h01

Retrato fotográfico de Elvis Presley, em 1956
Retrato fotográfico de Elvis Presley, em 1956 - Getty Images

Sendo o terceiro artista que mais vendeu, Elvis Presley teve a carreira coberta por holofotes midiáticos que cobriram cada passo do ídolo em matérias sobre suas canções, atos e relacionamentos, desde profissionais até amorosos.

Porém, se engana quem acredita que toda a vida do Rei do Rock foi coberta como um livro aberto. Diversos fatos curiosos passaram despercebido para os fãs menos atentos, revelando hábitos, episódios inusitados e, até mesmo, revelações sobre seus últimos momentos.

O site Aventuras na História separou 5 fatos não tão conhecidos de Elvis Presley. Confira!

1. Irmão gêmeo 

Nascido em uma família com poucos recursos financeiros, o desamparo pré-natal da mãe de Elvis - e parto complicado - resultaram na morte de outro filho estava em seu útero; Elvis teria um irmão gêmeo idêntico, já nomeado Jessie Garon.

Porém, no dia do parto, às complicações físicas na gestação resultaram em sua morte ainda no útero, 35 minutos antes de Elvis conseguir sair com vida do ventre materno.

Segundo o CheatSheet, no livro ‘The Inner Elvis’, o psicólogo clínico Peter Whitmer argumenta que a morte de Jesse serviu como um processo de concepção emocional que serviu como um alicerce de Elvis para não deixar a família, sempre provendo amor, amparo e evitando preocupação para os pais.


2. Faixa-preta

Enquanto servia ao Exército na Alemanha, em 1959, o instrutor Juergen Seydal ensinou uma das principais paixões da vida do músico: o karatê. Em seu retorno aos Estados Unidos, o cantor não abandonou o hábito e passou a treinar com regularidade, iniciando uma correria para cumprir as agendas de shows e aulas de karatê.

Elvis usando kimono e praticando karatê em academias de artes marciais / Crédito: Divulgação

 

Ele se especializou no estilo Shotokan e Chito-ryu, que resultou em sua primeira faixa preta. Durante o início da década de 1970, o Rei chegou a alcançar o oitavo grau de faixa preta ao lado do treinador Kang Rhee. A gratidão era tamanha que Kang recebeu mais de 200 mil dólares em presentes, além de 50 mil para construir uma segunda unidade da escola de artes marciais.


3. Animais do rei

Engana-se quem pensa que apenas o Rei do Pop, Michael Jackson, fazia questão de contar com diversos animais selvagens em sua residência para compor seu zoológico particular. O Rei do Rock também tinha uma coleção de bichanos e outros animais pouco convencionais para se domesticar.

De acordo com o portal All That's Interesting, a coleção de animais de Elvis era mais parecida com uma pequena fazenda do que um zoológico, incluindo um peru, apelidado como Bowtie, cinco cachorros, muitos cavalos, burros, pavões, patos, galinhas, porcos, um chimpanzé, um macaco-aranha e um pássaro mynah.


4. Álbum bizarro

Diante de um contrato de gravadora, o Rei do Rock precisava de um número específico de lançamentos para receber o dinheiro do acordo. Uma das exigências de seu contrato, no entanto, contava com um disco bizarro do cantor, que deveria ser produzido sem músicas. Basicamente, a gravadora queria um álbum com conversas ou com alguma rádio novela.

Capa de ‘Having Fun With Elvis On Stage’ sinalizando no canto direito ser "apenas de conversa" / Crédito: Divulgação

 

Para atender às exigências de um contrato, Elvis lançou ‘Having Fun With Elvis On Stage’ em 1974, sendo apenas uma compilação de brincadeiras feitas no palco e conversas com a plateia entre as músicas durante os anos de 1969 e 1972.

Com 37 minutos de diálogo, o álbum chegou a ser eleito o pior álbum de rock da história em 1991 — mas teve um relevante número de cópias vendidas, chegando a alcançar o nono lugar nas paradas de Country da Billboard.


5. Últimos momentos

Já acometido pela dependência em remédios, a manhã de 16 de agosto de 1977 contou com um aviso da então namorada do músico, Ginger Alden, que disse para o astro não adormecer no banheiro enquanto estava lendo — fato que já ocorria em dias anteriores. De acordo com ela, as últimas palavras de Elvis antes de ir ao banheiro foram: "Ok, não vou".

Elvis tinha em mãos um livro escrito por Frank O'Adams, chamado “A Scientific Search for The Face of Jesus”("A busca científica pelo rosto de Jesus", em tradução livre). Por lá, ficou durante horas, sendo encontrado pela namorada ainda pela manhã, já sem vida. Elvis morreu aos 42 anos, vítima de um colapso fulminante associado a disfunção cardíaca.


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