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Surpreendentes naufrágios na costa brasileira

Conheça alguns casos de navios brasileiros afundados no mar

Flávia Ribeiro Publicado em 19/06/2019, às 10h00 - Atualizado em 20/06/2019, às 08h00

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- Reprodução

Santa Clara

Partiu de Portugal para a Índia carregada de moedas de ouro, prata e bronze. Pararia em Salvador, mas, enfrentando forte vento, naufragou em 1573. 

Galeão Santíssimo Sacramento

Em 1668, chocou-se com um banco de recifes e afundou. Havia até 750 pessoas a bordo – 70 se salvaram. Francisco Correia da Silva, que governaria o Brasil, morreu. Achado nos anos 1970, foi a primeira pesquisa arqueológica subaquática do país.

Príncipe de Astúrias

Transatlântico espanhol que partiu de Barcelona para Buenos Aires com uma carga de ouro e 733 passageiros (fora os, dizem, imigrantes ilegais nos porões), dos quais 477 morreram no Carnaval de 1916 após o navio bater num banco de areia perto de Ilhabela. Em 1989, foram recuperadas louças, garrafas, metais, uma pá da hélice e uma estátua de bronze.

Naufrágio do Príncipe das Astúrias / Crédito: Reprodução

 

Nau de Gonçalo Coelho

Uma das seis naus que, em 1503, vieram como uma das expedições exploratórias ao Brasil, comandadas por Gonçalo Coelho e que traziam Américo Vespúcio. Afundou em agosto daquele ano. É o primeiro naufrágio registrado por aqui.

Santa Rosa

Explodiu carregando 6 toneladas de ouro de Salvador para Portugal, em 6 de setembro de 1726. O local não é certo: em frente ao cabo de Santo Agostinho (PE) ou ao cabo Branco (PB). Levava mais de 700 pessoas – só três sobreviveram.

Aquidabã

Construído na Inglaterra em 1885, era o mais poderoso encouraçado da Marinha brasileira. Participou da Revolta da Armada. Em 21 de janeiro 1906, uma explosão o destruiu. Seus objetos foram encontrados em 1984.