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A vida em alto mar: Mitos sobre piratas que você precisa parar de repetir

Muito do que se imagina sobre eles é pura invenção

André Nogueira Publicado em 04/10/2019, às 07h00

Poster do filme Piratas do Caribe
Poster do filme Piratas do Caribe - Divulgação

1. Prancha

Crédito: Reprodução

 

Que fim seria mais cruel do que caminhar para a própria morte? A ideia de que piratas faziam seus prisioneiros caminharem sobre a prancha, a fim de se afogarem em alto-mar, foi eternizada por uma ilustração do americano Howard Pyle. Mas a prancha era, na verdade, utilizada para jogar os corpos dos mortos no mar.

2. Olho de vidro e ganchos

Crédito: Reprodução

 

Sem médicos ou remédios, era comum ferimentos infeccionados acabarem em amputações. Pernas de pau eram comuns porque sempre havia um carpinteiro a bordo. De ganchos e olhos de vidro, no entanto, não se tem notícias. O tapa olho também era comum.

3. Ouro escondido

Crédito: Reprodução

 

O mito nasceu com o capitão Kidd e se espalhou. Como os relatos dos ataques piratas envolviam sempre muito dinheiro – que nunca era recuperado –, dizia-se que eles eram enterrados. “É improvável que eles poupassem alguma coisa. Em geral, gastavam tudo no primeiro porto”, diz San Martin. Ainda assim a busca por tesouros piratas espalhados pelo mundo é algo que fascina e atrai pessoas de todos os lugares.

4. Tattos e brincos

Eram comuns entre os marinheiros. Os desenhos pelo corpo serviam para marcar grandes feitos ou nomes de namoradas. Os brincos eram colocados na orelha cada vez que se atravessava o cabo da Boa Esperança ou o estreito de Magalhães. Também serviam como amuleto.

5. Papagaiada

Crédito: Reprodução

 

Foi por causa do pirata Long John Silver, personagem de Stevenson na obra Ilha do Tesouro, que a lenda do papagaio sobre os ombros se espalhou. É pouco provável que qualquer animal de estimação escapasse da fome dos marinheiros, quando nada que pudesse ser comido escaparia da panela.