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A literatura encontra o streaming: 5 motivos para assistir Lupin, nova série da Netflix

De maneira surpreendente, nova produção da plataforma de streaming mescla o passado com o presente em 5 episódios de tirar o fôlego

Thiago Lincolins Publicado em 26/01/2021, às 00h00

Cena da série Lupin (2021)
Cena da série Lupin (2021) - Divulgação/Netflix

Lançada pela primeira vez em 1907, a famosa coletânea de Maurice Leblanc, Arsène Lupin, Ladrão de Casaca, instigou os assinantes da Netflix nos últimos dias. Isso porque a plataforma de streaming surpreendeu com o lançamento da série Lupin no mês de janeiro.

Na obra é apresentada a turbulenta história de Assane Diop (interpretado pelo talentoso Omar Sy). Filho de um motorista de uma família rica e branca de Paris, o seu mundo desaba quando o pai é acusado do roubo de um colar que esteve na mão do clã.

Totalmente inspirado pela obra lançada em 1907, as aventuras de Arsène fazem com que ele procure uma vingança por tudo que fora causado a seu genitor.

Cena da série Lupin (2021) /Crédito: Divulgação/Netflix

 

Contudo, o que chama atenção na produção é o fato da série mesclar a obra de Leblanc com a saga de Diop de maneira espetacular, sendo capaz de despertar momentos de tensão e ansiedade nos episódios de aproximadamente uma hora.

Pensando nisso, o site Aventuras na História decidiu listar 5 motivos para você não perder a nova série da Netflix. Confira abaixo!

1. A narrativa

Ao dar play no primeiro episódio, o telespectador se depara com minutos intrigantes que mostram Assane como faxineiro do Louvre que se depara com um valioso colar que pertenceu a Maria Antonieta.

No entanto, já ao final, quem assiste se depara com um cenário totalmente diferente do que é mostrado inicialmente, garantindo a continuidade dos episódios seguintes.

É praticamente impossível não se surpreender com o que é apresentado aos assinantes da plataforma.

2. O livro

Apesar da história de Assane ser surpreendente por si só, o que intriga de fato o telespectador é que a série de George Kay e François Uzan misturou a narrativa do personagem com as aventuras de Lupin, conhecido como o Sherlock Homes dos franceses.

Planos inacreditáveis, pseudônimos e até mesmo os disfarces são baseados no personagem que foi apresentado ao público em 1907.

De tão bem produzida, a série – além de ocupar o segundo lugar no ranking das mais assistidas no Brasil – fez com as buscas pela coletânea fossem disparadas após o lançamento.

3. Racismo

A série da Netflix proporciona uma reflexão sobre os horrores do racismo na sociedade. Isso porque é impossível não se chocar com tudo que é feito com o pai do protagonista da produção.

Além disso, a saga do próprio Assane após a morte de seu pai já mostra como o jovem teve que encarar os obstáculos que a sociedade impõe aos negros.

4. Sem clichês

Aqueles cansados dos clichês lançados pela plataforma de streaming se surpreendem com a produção de Kay e Uzan.

Cada episódio de Lupin desperta a curiosidade para saber o que vai acontecer não só com o protagonista, mas também com as pessoas envolvidas em seu ciclo de vingança.

Inclusive, isso fez com que muitos internautas ficassem com uma pulga atrás da orelha após o final da primeira parte da produção, que é dividida em 5 episódios.

5. Personagens

Como mencionado anteriormente, a série faz com que o telespectador também fique preso a história dos outros personagens da obra.

Cena da série Lupin (2021) /Crédito: Divulgação/Netflix

 

Além de querer saber mais sobre o próprio personagem ficcional das obras de Leblanc, toda a narrativa faz com que você fique intrigado com todos aqueles que estão envolvidos com Assene.

Um deles é a jornalista a quem o protagonista recorre quando precisa encontrar meios para executar um dos momentos de maiores tensão da série.

Assista ao trailer de Lupin abaixo.