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O Brasil é o país com maior número de feriados?

Pode até não parecer, mas país está longe dos líderes do ranking

Fabio Previdelli Publicado em 25/11/2021, às 11h01

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Imagem ilustrativa - Pixabay

1º de maio, 7 de setembro, 12 de outubro, 21 de abril… enfim, o brasileiro, quase sempre, aproveita as datas de feriados para fazer um programa com os amigos, famílias ou até mesmo tirar aquele merecido descanso. 

Entre o Dia do Trabalho, Independência,Nossa Senhora Aparecida e Tiradentes, citados, respectivamente, em ordem acima, nosso calendário atual conta com nove feriados nacionais. 

Porém, no ano que vem, poderemos arredondar esse número. Isso porque, conforme explica matéria publicada pela equipe do site do Aventuras na História, na última terça-feira, 22, a Comissão de Educação do Senado aprovou um projeto de lei para criação de um feriado nacional em homenagem à Irmã Dulce

Irmã Dulce/ Crédito: Divulgação/Youtube/Verbo Filmes

 

O texto, de autoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), prevê que a data seja celebrada em 13 de março, mesmo dia em que a religiosa faleceu, em 1992, aos 77 anos, vítima de problemas respiratórios que já enfrentava por mais de 50 anos. 

Entretanto, para ser aprovada, a proposta precisará passar ainda por uma análise na Câmara dos Deputados. Caso passe nessa etapa, ainda será necessário sanção presidencial para que a lei entre em vigor.

Com a possibilidade em aberto, surge o questionamento: Afinal, o Brasil é o país que possui mais feriados no mundo? Apesar da possível décima data, além de outros quatro pontos facultativos, nosso calendário está longe do topo do ranking ao redor do mundo.

Vai um feriadinho aí?

De acordo com um levantamento feito pela Mercer, uma empresa americana de consultoria, Colômbia e Índia são os países que possuem o maior número de celebrações ao longo do ano: 18.

Na nação asiática, por exemplo, conforme relembra matéria publicada pela Veja, o mais conhecido entre eles é o Holi, que marca o início da primavera, sendo realizado entre o fim de fevereiro e início de março. Nesta época, as pessoas tomam as ruas e arremessam pó colorido umas nas outras. 

Seguindo a lista, temos Líbano, Coréia do Sul e Tailândia, cada um com 16 feriados. Já Argentina, Chile, Finlândia e Japão fecham o top 3 com quinze. 

Além dos quatro já citados, por aqui ainda temos Confraternização Universal, Paixão de Cristo, Finados, Proclamação da República e Natal. Já os pontos facultativos são: Carnaval, Quarta-Feira de Cinzas, Corpus Christi e a véspera de Natal.

Confira o ranking de alguns outros países: (14 feriados) Indonésia, Malásia, Filipinas, Rússia, Venezuela, Marrocos, Malta e Espanha; (13) Eslováquia e Paquistão; (12) Eslovênia, Hong Kong, Taiwan, República Tcheca, Lituânia, Peru, África do Sul e Áustria.


Sobre Irmã Dulce

Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, mais conhecida como Irmã Dulce, foi uma freira brasileira, que teve a vida religiosa marcada por ajudar os mais necessitados. Ela foi canonizada 27 anos após sua morte, em outubro de 2019.

O legado humanitário da Irmã Dulce

A comitiva do presidente Eurico Gaspar Dutra cumpria o roteiro pré-determinado em direção à Igreja do Bonfim, na capital baiana. Visita de praxe ao santuário. Ponto turístico. Fotografias para os jornais. Tudo dentro do previsto. Até uma aglomeração se formar, impedindo a passagem da carreata. Surpresa.

Uma freira franzina, acompanhada de 300 crianças, solicitava ser ouvida pelo dirigente da Nação. Com voz suave e olhar compassivo, rogou ao militar que fosse, simbolicamente, seu avô. Fora atendida. Sem demora, recursos federais aportavam nas obras assistenciais de Irmã Dulce (1914-1992).

A assertividade, traço de personalidade predominante na religiosa nascida em Salvador, destoava de sua aparência miúda, fragilizada pelos problemas respiratórios, que despontaram na juventude e se agravaram com o passar dos anos. Não tinha constrangimento algum em pedir pelos pobres e doentes.

Com uma mão, batia na porta de políticos, empresários e bem-nascidos; com a outra, acolhia e confortava os necessitados. Certa vez, conta o jornalista Jorge Gauthier, no livro-reportagem Irmã Dulce: Os Milagres pela Fé (Editora Autografia), a freira viu uma de suas palmas ser preenchida com o cuspe de um comerciante, que se recusava a contribuir.

++Leia a matéria completa aqui.


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