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O menino gênio que diz querer a imortalidade para humanos

Formado em Física com apenas 11 anos, Laurent Simons é um prodígio que tem um objetivo muito claro para o futuro

Isabela Barreiros, sob supervisão de Alana Sousa Publicado em 14/07/2021, às 17h00

O progídio Laurent Simons
O progídio Laurent Simons - Divulgação/Instagram/@laurent_simons

Ao longo da história, o mundo conheceu muitos gênios, e alguns deles foram verdadeiros prodígios. Laurent Simons, que nasceu na cidade belga de Ostend, em 2010, se formou na universidade aos 11 anos e continua em uma trajetória ascendente no conhecimento.

O garoto se graduou em física pela Universidade de Antuérpia na Bélgica e se tornou uma das pessoas mais jovens a realizar tal feito. Além de ser extremamente novo, o menino também terminou o curso em apenas um ano, enquanto o normal seriam três.

Ele também concluiu a graduação com surpreendentes 85% de rendimento, uma porcentagem que não é alcançada por muitos universitários. Logo em seguida, Simons começou algumas disciplinas do mestrado, que irá iniciar oficialmente em alguns meses.

Em uma entrevista ao jornal holandês De Telegraf, o garoto afirmou: "Eu realmente não me importo se eu sou o mais jovem [...] é tudo sobre conseguir conhecimento para mim”. Laurent também explicou que essa é a “primeira peça do quebra cabeça” do seu objetivo.

Podemos nos perguntar qual é o objetivo ambicioso do jovem belga. Como toda criança, ele tem um sonho para o futuro, mas no caso dele, o desejo envolve muito mais conhecimento e ciência que esperaríamos para um garoto normal de 11 anos.

A imortalidade

 
 
 
 
 
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Desde que foi parar nas manchetes de jornais em todo o mundo, Simons conta que tem como objetivo “substituir partes do corpo por peças mecânicas” ao desenvolver órgãos artificiais para o corpo humano.

É o que ele explica: “Imortalidade, esse é o meu objetivo. Quero eventualmente ser capaz de substituir o maior número possível de partes do corpo por órgãos replicados. Eu tracei um caminho para chegar lá. Você pode ver isso como um grande quebra-cabeça. Física quântica — o estudo das menores partículas — é a primeira peça do quebra-cabeça”.

O caminho do garoto para cumprir seu objetivo está sendo mais rápido que o esperado, mas ainda assim é mais devagar do que poderia ter sido. Em 2019, ele poderia ter se formado antes de fazer 10 anos de idade.

No entanto, a Universidade de Eindhoven da Holanda não permitiu que a graduação fosse concluída enquanto o menino não completasse uma década de vida: eles queriam esperar o aniversário dele em 26 de dezembro para realizar a formatura.

O pai de Laurent, Alexander Simons, inclusive criticou a universidade em uma entrevista ao jornal holandês De Volkskrant, em que afirmou que a instituição desaprovava a atenção recebida da mídia pelo garoto, que havia se tornado um prodígio.

“Se uma criança sabe jogar futebol bem, todos pensamos que a atenção da mídia é ótima. Meu filho tem um talento diferente. Por que ele não deveria se orgulhar disso?”, questionou Alexander.

O futuro da humanidade

 
 
 
 
 
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As sociedades assistem o nascimento e a morte de gênios, que mudaram o mundo à sua própria maneira. Com apenas onze anos de idade, Laurent Simons pode ser a próxima pessoa a transformar a ciência e, especialmente, a medicina, área que pretende seguir.

Para conseguir completar o seu objetivo por meio da criação de órgãos artificiais, o jovem afirma que busca conhecimento a todo o momento e em todos os lugares. Através de suas redes sociais, ele consegue entrar em contato com pesquisadores de todo o mundo: no Instagram, seu perfil já acumula 73,3 mil seguidores, por exemplo.

O garoto também afirma que quer estudar com os melhores professores do mundo — o que já está fazendo desde a graduação —, mas também quer "olhar dentro de seus cérebros e descobrir como eles pensam".


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