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Matérias / Personagem

Os casos de Carrie Fisher com Bowie e Mercury, segundo biografia

Famosa por ter vivido a princesa Leia na franquia Star Wars, a atriz teria se envolvido com os músicos aos 17 anos

Isabela Barreiros Publicado em 19/02/2022, às 09h00

Carrie Fisher, Freddie Mercury e David Bowie - Divulgação/Youtube/VIDEO REMASTER ITA/23.12.2018 / Getty Images
Carrie Fisher, Freddie Mercury e David Bowie - Divulgação/Youtube/VIDEO REMASTER ITA/23.12.2018 / Getty Images

Em suas quase cinco décadas de carreira, Carrie Fisher conquistou uma legião de fãs e se tornou uma referência como atriz, escritora e produtora, tendo um importante papel na indústria cinematográfica além da sua interpretação da princesa Leia na franquia Star Wars.

Morrendo aos 60 anos em 2016, em decorrência de um ataque cardíaco, o legado da artista é honrado e sua vida continua sendo revisitada por admiradores e biógrafos, que buscam entender como se formou uma das mais icônicas figuras dos últimos tempos.

Em 2018, os autores Darwin Porter e Danforth Prince lançaram um livro que contava detalhes inéditos sobre a trajetória de Fisher, incluindo momentos de sua vida enquanto ela ainda estava estudando para ser atriz no Royal Central School, em Londres.

Em Carrie Fisher & Debbie Reynolds: Princess Leia & Unsinkable Tammy in Hell” (Carrie Fisher & Debbie Reynolds: Princesa Leia & Inafundável Tammy no Inferno”, em tradução direta), eles escrevem sobre dois supostos casos da então estudante.

De acordo com a biografia, a jovem Carrie teria se envolvido com dois músicos famosos enquanto ambos estavam em relacionamentos.

Seriam ninguém mais ninguém menos que Freddie Mercury, vocalista da banda britânica Queen, e David Bowie, músico também britânico conhecido como Camaleão do Rock.

Os supostos casos de Fisher

Porter e Prince colheram relatos de Joan Hacket, atriz e amiga de Carrie Fisher, antes de Joan morrer, em 1983, para a biografia, publicada em 2018. Segundo os escritores, os artistas “pularam a cerca” para se envolverem com a jovem artista quando ela tinha apenas 17 anos.

Os casos, porém, teriam acontecido de forma bastante rápida na vida deles. Como contou Hacket em uma antiga entrevista à Porter, tudo começou quando Carrie foi apresentada aos cantores em uma festa, como reportou o NME na época do lançamento do livro.

Ela teria sido convidada ao evento pelo vocalista do Rolling Stones, Mick Jagger, e a então esposa, Bianca, junto à mãe, Debbie Reynolds. No entanto, somente Fisher compareceu à ocasião e acabou conhecendo as duas celebridades em 1973.

Carrie teria dito à amiga que “Bowie vivia dias à base de cocaína, bebendo apenas leite para se nutrir” e que “se sentia adorado por milhões de fãs, mas às vezes se via sozinho, como que à beira de um penhasco que estava cedendo lentamente.”

Além disso, o livro também relatou que a jovem atriz teria acreditado que o músico “fez do mundo um lugar melhor para os rebeldes, excêntricos e desajustados como eu”.
Na época, o Camaleão do Rock era casado com a modelo estadunidense Angie Barnett, o que a artista também teria relatado à amiga e está presente na biografia.

“Algumas noites eram tortura para Bowie, ele se afogava na cocaína. Ele conseguia ser rude, mau e ciumento. Outras vezes, superava os demônios, precisando e querendo apenas amor”, teria dito Carrie.

Sobre o vocalista do Queen, o livro aponta que “em adição à fila de garotos que se relacionavam com Mercury, ele acabou seduzindo uma jovem mulher, Mary Austin. Carrie disse que não queria interferir no relacionamento entre eles, mas o cantor a fez deixar as preocupações de lado”.