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OVNI e mutilação: O misterioso caso da abdução do sargento Jonathan Lovette

Enquanto buscava mísseis junto a um companheiro da Força Aérea americana, o militar foi visto pela última vez em uma situação assustadora

Wallacy Ferrari Publicado em 02/04/2020, às 13h30

Imagem ilustrativa de OVNI realizando uma abdução
Imagem ilustrativa de OVNI realizando uma abdução - Divulgação

O surgimento de movimentações extraterrestres mexe com as emoções humanas desde que os primeiros registros de objetos não identificados foram relatados. Com o avanço da tecnologia, os casos de OVNIs se tornaram mais fáceis de serem descritos por textos, imagens e até em áudio. A última opção, por exemplo, marca um dos casos mais misteriosos da Força Aérea norte-americana.

Em março de 1956, o sargento Jonathan P. Lovette, junto do major William Cunningham, foi buscar resíduos materiais para analisar a colisão de mísseis após um teste de explosivos. A dupla foi de jipe até as dunas do campo de testes White Sands, próxima da Base Aérea Holloman, no Novo México.

Quando chegaram ao ponto que acreditavam localizar os destroços, ambos se separaram para sentidos opostos, tentando observar os restos do foguete. Minutos depois, longe do campo de visão de Cunningham, Lovette deu um assombroso grito, fazendo seu companheiro subir rapidamente uma duna para visualizar o que havia ocorrido.

O major acreditou que, inicialmente o sargento havia sido picado por uma cobra, visto que a região abrigava diversos animais peçonhentos, porém se surpreendeu ao ver Lovette agarrado por uma criatura do tamanho de um homem, semelhante a uma serpente, o puxando para um veículo nunca antes visto pelo militar.

Fachada da Base de Holloman na época / Crédito: Arquivo do Museu do Ar e Espaço de San Diego / Flickr

 

O veículo tinha o formato de um disco — com bordas arredondadas, mas planificado em suas duas pontas verticais — e tinha uma reluzente cor prateada, além de estar pairando no ar, cerca de 6 metros do chão, sem apresentar instabilidade. Foi neste veículo que Cunningham viu seu companheiro ser arrastado.

Após ser arrastado em poucos segundos para dentro do objeto voador não identificado, a nave levantou voo, arremessando muita areia nas dunas de maneira rápida e veloz, deixando uma marca redonda. O major não pensou duas vezes; correu ao jipe e relatou tudo que havia visto através de um rádio para a base aérea, que não registrou nenhuma movimentação pelos radares da região.

Nos dias seguintes a busca, a equipe desconfiava do companheiro de trabalho como assassino de Lovette e que, em meio as dunas de areia, havia escondido seu corpo, porém, nas imediações que a dupla fazia as buscas, não foram encontradas nem pegadas, marcas de sangue ou qualquer vestígio relacionado a atividade humana. A marca da nave na duna também havia sido movida pelo vento, que preencheu o buraco com areia.

O choque

No terceiro dia, a equipe aérea se surpreendeu com a descoberta do corpo de Jonathan Lovette há 16 quilômetros da base aérea, porém, completamente mutilado e com diversos membros decepados. Em seu rosto, os olhos haviam sido removidos e a língua havia sido retirada pela mandíbula. Sua identificação foi possível pelos cabelos e dentes.

A capa e alguns trechos do documento da investigação da abdução / Crédito: Divulgação

 

Ao longo de seu corpo, uma incisão foi feita no pescoço, entre a ponta de seu queixo até a região do esôfago e da laringe. O mais surpreendente eram seus órgãos genitais, que foram cirurgicamente retirados, assim como seu ânus, que estava com uma impressionante abertura, alargado até o cólon e com órgãos revirados, visíveis pelo buraco do reto.

Além disso, a autópsia concluiu que o mesmo teve boa parte de seu sangue drenado mecanicamente, visto que, se essa perda de sangue fosse por alguma lesão hemorrágica, seria possível identificar uma falência vascular, coisa que não foi registrada. Até mesmo as aves predadoras que tentaram se alimentar dos restos mortais do sargento estavam mortas em volta de seu cadáver.

A extensa investigação da Força Aérea resultou em um documento chamado “Project Grudge Report 13”, que supostamente possui mais de 600 páginas buscando esclarecer o ocorrido. Apesar do governo estadunidense negar a existência do documento, um teórico da conspiração chamado William Cooper e o ex-capitão William English afirmam ter sido encarregados de analisar o documento e possuir algumas anotações.

De acordo com o conspiracionista, que afirmou ser membro componente da inteligência naval americana, o relatório tinha o apelido interno de Blue Book e teve acesso ao mesmo na década de 1970, há pouco menos de vinte anos do ocorrido, e ainda era classificado com inconclusivo e secreto.


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