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Voo 169: o misterioso avistamento OVNI com maior número de testemunhas

Em 1982, o piloto Maciel de Britto e a tripulação teriam presenciado um estranho objeto estranho não identificado até hoje

Caio Tortamano Publicado em 08/04/2020, às 08h00

Imagem meramente ilustrativa de um avião
Imagem meramente ilustrativa de um avião - Pixabay

O Brasil tem um certo histórico com aparições alienígenas, sendo a mais notável delas o caso do ET de Varginha. No entanto, um outro caso com um número até maior de testemunhas está no imaginário brasileiro quando o assunto são extraterrestres, trata-se do voo 169.

O voo da Vasp (Viação Aérea de São Paulo) saía de Fortaleza, no Ceará, em direção ao Rio de Janeiro, na madrugada do dia 8 de fevereiro de 1982. O capitão da aeronave, Gerson Maciel de Britto, percebeu um objeto estranho voando à esquerda do Boeing 727 que pilotava.

Não sabendo do que se tratava, sinalizou o objeto com as luzes da aeronave, pelos faróis da asa, tentando manter algum tipo de comunicação com o veículo não identificado. Em entrevista, Britto contou que a única coisa que identificou como resposta foi “a aproximação bem acentuada da aeronave, a ponto do radar de Brasília ter detectado esse objeto a oito milhas do nosso avião”.

De acordo com as testemunhas, era uma luz muito forte, que se aproximava e distanciava do voo comercial, e a cor mudava constantemente, hora era laranja, branco, mas também azul e vermelho. Não somente o 169 avistou esse objeto nessa noite, mas também aeronaves da da Aerolíneas Argentinas e da TransBrasil.

Nesse momento, sem acreditar no que estava estava sendo observado, comunicou aos passageiros pelo sistema interno de comunicação da aeronave que havia um OVNI ao lado do avião. Boa parte dos 150 tripulantes tentou enxergar do que se tratava pelas pequenas e redondas janelas do Boeing.

Uma das passageiras do voo também contou com detalhes o que observou ao olhar pela janela: "Eu observei muito nítido aquelas pontas, cinco pontas, meio pontiagudas e uma metade de uma argola ou de um aro. A luz era bastante forte. Um azul-claro, um azul estranho, como aquelas lâmpadas de mercúrio”.

Britto, afirmou para os órgãos de controle do tráfego aéreo o que ele estava vendo, mas os radares dessas unidades não conseguiram captar nada que estivesse próximo ao avião.

Comandante da aeronave Gerson Maciel de Britto / Crédito: Divulgação

 

A exceção dessa ausência de sinal veio quando o avião passava por Belo Horizonte, em Minas Gerais, quando os radares identificaram um sinal de à oito milhas a esquerda da aeronave — aproximadamente 15 quilômetros de distância, razoavelmente perto em escalas aéreas. Entretanto, os controladores do equipamento afirmaram se tratar de uma falha nos radares.

Britto afirmou que o OVNI foi visto pela primeira vez às 3h da manhã e que o objeto acompanhou o voo dos passageiros até pouco antes do pouso no Rio de Janeiro.

Assim que o caso ganhou notoriedade, milhares de teorias começaram a ser formuladas para que uma resposta concreta fosse dada ao que todas essas pessoas teriam, supostamente, presenciado.

A mais difundida era de que o avistamento era, na verdade, o planeta Vênus, que estava mais próximo da Terra naquele momento. De acordo com os relatos de Britto, entretanto, o OVNI se movimentava para cima e para baixo, excluindo a possibilidade de ser o planeta, que o comandante — com mais de 26 mil horas de voo — sabia bem como deveria ser parecer.

Outras possíveis soluções para o caso apontadas pelos mais céticos tratam a respeito do reflexo da lua que poderia causar essa percepção ou mesmo dos primeiros raios solares refletindo nas nuvens do céu ao lado do avião. Até hoje, entretanto, nunca houve um consenso que pudesse desvendar o caso que foi sendo esquecido ao longo dos anos à medida que a história esfriava.


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