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Centenário Semana de Arte Moderna: conheça alguns dos escritores por trás do movimento que mudou a literatura e arte brasileira

Há exatos cem anos, o país acompanhava a revolução artística e literária movimentada pela Semana de Arte Moderna

Paulo Marinho Publicado em 15/02/2022, às 16h00

Capas das obras de Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Graça Aranha - Créditos: Reprodução / Novo Século / Nova Aguilar / Martin Claret
Capas das obras de Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Graça Aranha - Créditos: Reprodução / Novo Século / Nova Aguilar / Martin Claret

Um importante movimento que marcaria a história da arte e da literatura brasileira, a Semana de Arte Moderna, aconteceu há exatos 100 anos no Teatro Municipal de São Paulo. Foi entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, que nomes como Mário de Andrade, Menotti Del Picchia e Oswald de Andrade comoviam a classe artística, a fim de apresentar ideias de vanguardas, inspiradas nos movimentos europeus. 

No início do processo de industrialização que ocorria em São Paulo, intelectuais e artistas da época propunham uma mudança revolucionária no olhar sobre a arte brasileira. Pouco tempo após o fim da Primeira Guerra Mundial e no centenário da Independência do Brasil, o evento atraía atenção com suas exposições de artes, sessões musicais e literárias. Graça Aranha foi o inaugurador da semana, com o pronunciamento do texto A Emoção Estética na Arte Moderna. 

Conheça mais sobre alguns dos nomes de escritores que foram marcantes para a história da literatura brasileira e que fizeram história na Semana de Arte Moderna.

Mário de Andrade (1893 - 1945)

Mário Raul Moraes de Andrade nasceu na cidade de São Paulo, em 9 de outubro de 1893. Andrade foi uma das figuras mais importantes do movimento da vanguarda da capital paulista. Foi poeta, musicólogo, crítico, romancista, historiador de arte e fotógrafo, habilidades que foram reforçadas com sua importante participação na Semana de Arte Moderna.

Mário era membro do Grupo dos Cinco, jovens artistas e escritores que, assim como ele, conheciam o movimento modernista na Europa. No ano de 1922, Andrade estava finalizando a coleção de poemas Paulicéia Desvairada para publicação. Com essa obra, o autor introduziu o modernismo europeu na poesia brasileira, quebrando a regra de que a poesia deveria ser estritamente formal. 

Durante a década de 1920, o trabalho do Grupo dos Cinco foi solidificado e relevante, entretanto, em 1929, Mário Andrade e Oswald de Andrade tiveram uma briga pública séria, o que fez o grupo se separar.

Para celebrar a participação de Mário Andrade na semana que mudou a arte e literatura brasileira, confira o box com suas obras:

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Créditos: Reprodução / Novo Século
Créditos: Reprodução / Novo Século

Manuel Bandeira (1886 - 1968)

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho foi um poeta, professor de literatura, tradutor e atuou como crítico literário e de arte. Fez parte da geração e da história na Semana de Arte Moderna. Seus gêneros e temas literários são diversos, com foco no erotismo, pessimismo e a morte. 

Eleito para a Academia Brasileira de Letras, Bandeira foi o terceiro ocupante da cadeira 24. Sua eleição ocorreu em 1940, e estava a suceder Luís Guimarães Filho. Suas obras são de estilo simples e direto, e com o foco em poesias nos apresentou livros como; A Cinza das Horas, Carnaval, O Ritmo Dissoluto, Libertinagem e muitas outras.

Conheça o box de Manuel Bandeira com os sucessos literários do autor.

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Créditos: Reprodução / Nova Aguilar
Créditos: Reprodução / Nova Aguilar

Graça Aranha (1868 - 1931)

José Pereira da Graça Aranha, nascido em São Luís, MA, é considerado autor pré-modernista, além de ser escritor, diplomata brasileiro e imortal da Academia Brasileira de Letras. Aranha foi um dos grandes nomes por trás da organização da Semana de Arte Moderna. 

Conheceu e absorveu todo conhecimento sobre os movimentos vanguardistas da Europa, por ocupar cargos na diplomacia brasileira em países europeus. Introduziu, à sua maneira, o movimento na literatura brasileira, o que o fez romper com a Academia Brasileira de Letras, em 1924. Graça chegou a declarar contra a Academia: "Se a Academia se desvia desse movimento regenerador, se a Academia não se renova, morra a Academia!”. 

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Créditos: Reprodução / Martin Claret
Créditos: Reprodução / Martin Claret


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