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Cineclube Estação Botafogo: a rede de filmes que mudou o cinema brasileiro

O livro "Eu que amava tanto o cinema" conta a história do surgimento do Grupo Estação que mudou a sétima arte na década de 80

Rafaela Bertolini, sob a supervisão de Isabella Bisordi Publicado em 22/03/2022, às 17h50

Capa da obra "Eu que amava tanto o cinema" (2022)
Capa da obra "Eu que amava tanto o cinema" (2022) - Crédito: Divulgação / Cobogó

Apesar da década de 80 ter sido um período conturbado para o Brasil, principalmente durante os tempos de euforia das Diretas Já, ela foi marcada por um período culturalmente muito rico para o país. No Rio de Janeiro, já era sediado o Rock in Rio e o clube Circo Voador já estava de portas abertas ao público. Além disso, a comunidade LGBTQIA+ e os movimentos negros e feministas apenas cresciam na cidade, contribuindo positivamente para a cultura do Rio.

Foi assim que 5 amigos decidiram se unir na cidade que respira cultura e diversidade para levar a sua paixão pela sétima arte adiante. Todos os sábados, eles se reuniam no Cineclube Macunaíma, mas anseavam montar o seu próprio cineclube. Foi assim que o sociólogo Adhemar Oliveira, o economista Nelson Krumholz, a jornalista Ilda Santiago, a bailarina e estudante de ciências sociais Adriana Ratters e o estudante de cinema Marcelo França Mendes decidiram criar o "Cineclube Estação Botafogo".

Sem dinheiro e sem nada a perder, eles levaram essa vontade à diante ao abrir o seu próprio cineclube em 1985 inicialmente apelidado de Coper Botafogo. Não demorou muito para adquirir o nome pelo qual seria conhecido até hoje, o Estação Botafogo, que apesar de ser um espaço desprentesioso, futuramente se transformaria em uma rede de cinemas, distribuidora de filmes, editora e outros. Com 3 décadas de existência, suas salas se espalharam pelo Rio e outras diversas cidades, o que movimentou mais de 20 milhões de cinéfalos de várias idades.

Marcelo França Mendes, que fez parte do grupo fundador conta tudo isso no livro "Eu que amava tanto o cinema", lançado no dia 22 de fevereiro de 2022 pela editora Cobogó. Nele, o autor utiliza o tom de crônica, referências cinematográficas, bom humor e fluidez para narrar as aventuras, conquistas e crises do cineclube e, consequentemente, a história do cinema no Brasil. 

Crédito: Divulgação / Cobogó
Crédito: Divulgação / Cobogó

Juntos, vocês irão viajar por momento de glória e desespero do Estação Botafogo enquanto aprende um pouco mais sobre como aquele pequeno projeto foi responsável por transformar a vida de tantos que amavam o cinema a ponto de se tornar indissociável com a história da sétima arte.


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