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Marx, Weber e Durkheim: 6 obras obrigatórias para compreender o pensamento dos principais autores da sociologia

Fique por dentro das principais teorias da sociologia moderna através das obras de grandes pensadores

Vitória Araújo, sob a supervisão de Isabella Bisordi Publicado em 05/04/2022, às 10h12

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Capas das disponíveis na Amazon - Divulgação/Companhia das Letras/Edipro/Veneta

Considerados como os principais fundadores das ciências sociais e apelidados de "os três porquinhos da sociologia", os teóricos Max Weber, Émile Durkheim e Karl Marx revolucionaram a época em que viviam e contribuíram de forma significativa para a construção de pesquisas relevantes que permanecem até os dias atuais.

De suma importância para a análise da religião, Max Weber escreveu "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo". A obra apresenta a Reforma Protestante como um dos principais fatores para o desenvolvimento capitalista na sociedade moderna.

Do outro lado, o pai da escola francesa de sociologia, Emile Durkheim através de sua obra "As Regras do Método Sociológico", apresentou os princípios fundamentais para se estudar os fenômenos sociais, estabelecendo os objetivos e limites da ciência na sociedade moderna do século XIX. 

O mais conhecido dos teóricos, Karl Marx, foi um dos maiores revolucionários de sua época. O pensador analisou a economia e a política com uma maestria que poucos filósofos tiveram. "O Manifesto Comunista" e "O Capital" são seus textos mais influentes e possuem grande relevância no entendimento dos estudos das classes sociais no interior do capitalismo. 

O site Aventuras na História selecionou 6 obras para você conhecer melhor “os pais da sociologia”, dada a importância de suas contribuições históricas para o conhecimento do ser humano e de suas relações na sociedade. Olha só:

1. A ética protestante e o ''espírito'' do capitalismo, de Max Weber (2004) - https://amzn.to/38rD9dH

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Crédito: divulgação / Companhia das letras

Este clássico de Max Weber, publicado no século XIX, busca analisar a gênese da cultura capitalista moderna e sua relação com a religiosidade puritana adotada por igrejas e seitas protestantes dos séculos XVI e XVII: a partir de observações estatísticas, Weber constatou que os protestantes de sua época eram, de um modo geral, mais bem-sucedidos nos negócios do que os católicos.


2. O suicídio, de Émile Durkheim (2019) - https://amzn.to/3NPBZbW

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Nesta obra, Durkhein obra analisa as influências extra-sociais que geram o suicídio e a natureza das causas sociais, a maneira pela qual produzem seus efeitos e suas relações com as situações individuais que acompanham os diferentes tipos de suicídios. Alem disso, o autor mostra ainda em que consiste o elemento social do suicídio, ou seja, a tendência coletiva - suas relações com os outros fatos sociais e por que meios é possível agir sobre ela.


3. As Regras do método sociológico, de Èmile Durkheim  (2019) - https://amzn.to/3J6OaxF

Crédito: divulgação / Editora Vozes

Considerada um clássico por sua inovação e força revolucionária, esta obra constitui um manual de consulta indispensável nos cursos de ciências humanas, seja pela sua institucionalização como também pela sua formulação metodológica. Nesta publicação, Émile Durkheim defende a sociologia como uma ciência autônoma, a partir dos seguintes pontos: “O que é um fato social”, “Regras relativas à observação dos fatos sociais”; “Regras relativas à distinção do normal e do patológico”; “Regras relativas à constituição dos tipos sociais”; “Regras relativas à explicação dos fatos sociais”; “Regras relativas à administração das evidências”.


4. Do socialismo utópico ao socialismo científico, de Friedrich Engels  (2017) - https://amzn.to/3uT75qL

Crédito: divulgação / Edipro

De modo a combater as concepções de Eugène Dühring, no I capítulo desta obra, Friedrich Engels caracteriza os méritos das teorias socialistas do passado, discutindo seus limites e equívocos. Já no II capítulo, o autor sintetiza características do método dialético e da concepção materialista, a partir da análise científica do modo capitalista de produção. E por fim, no III capítulo, Engels analisa as contradições básicas do capitalismo e suas manifestações no conflito entre as forças produtivas e as relações de produção.


5. O capital, de Karl Marx (2014) - https://amzn.to/3NPAZ7H

Crédito: divulgação / Edipro

 Neste livro que, com plena maturidade intelectual, Marx aprofunda e sistematiza a análise crítica, já presente no Manifesto, das formas de sociabilidade que caracterizam o mundo moderno. Malgrado o impacto que teve e continua a ter, com todos os méritos, nos debates da chamada “ciência econômica”,  a obra tem como objeto a reconstrução das principais determinações e valores da vida social global dos homens através de uma sociedade igualitária.


6. Manifesto do Partido Comunista: Com todos os prefácios de Marx e Engels e os Estatutos da Liga dos Comunistas, de  Karl Marx (2015) - https://amzn.to/37eZham

Crédito: divulgação / Veneta

Publicado, em 1848, este texto transformou o mundo e suas relações. A luta de classes foi declarada o motor da história e do progresso da humanidade. O Manifesto pregava a destruição da ordem burguesa e todo o poder aos excluídos. Perpetrado como um hino a uma utopia coletivista e humanitária, este texto modificou a história. Ao longo da humanidade, poucos documentos resistiram tanto ao tempo, mantiveram-se tão atuais e influenciaram tantas pessoas quanto esta obra.


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