Facebook Aventuras na HistóriaTwitter Aventuras na HistóriaInstagram Aventuras na HistóriaSpotify Aventuras na História
Notícias / Passageiro

Para furar fila, passageiro finge precisar de cadeira de rodas em aeroporto inglês

Vídeo no TikTok que viralizou mostra turista fingindo precisar de cadeira de rodas para poder entrar mais rápido no avião

Redação Publicado em 27/07/2022, às 11h51

Passageiro fingindo precisar de cadeira de rodas no aeroporto de Heathrow - Divulgação/TikTok/@wolfjenko
Passageiro fingindo precisar de cadeira de rodas no aeroporto de Heathrow - Divulgação/TikTok/@wolfjenko

Um passageiro que embarcaria para um voo no aeroporto de Heathrow, o maior do Reino Unido, fingiu que precisava usar cadeira de rodas para que pudesse escapar das longas filas e entrar mais rápido no avião.

Identificado como Wolfjenko, o homem postou na última quinta-feira, 21, um vídeo no TikTok em que mostra como usou o equipamento somente para furar a fila e embarcar antes dos outros passageiros.

Fingi ter machucado a perna para poder passar mais depressa pela segurança e entrar no avião”, disse ele na publicação.
@wolfjenko Amazing what taking one sock off can achieve 😂✈️ #holiday#wheelchair#vip#foryoupage#foryou#prank#funny#fypシ♬ original sound - WolfJenko

Com 7 mil seguidores, o internauta conseguiu que o vídeo alcançasse mais de 277,9 mil curtidas. A viralização, no entanto, acabou trazendo problemas para a administração do aeoporto, que notou um aumento de passageiros usando o mesmo artifício.

Problemas em Heathrow

Segundo explicou o executivo-chefe do aeroporto, John Holland-Kaye, ao jornal britânico The Guardian, o fato de o vídeo ter chegado a mais de 2,5 milhões de visualizações vem preocupando as autoridades.

Para passageiros que precisam de apoio em cadeira de rodas, temos mais demanda do que tínhamos antes da pandemia. Por que isso está acontecendo?”, disse.

“Parte disso ocorre porque as pessoas estão usando o suporte para cadeira de rodas para tentar obter acesso rápido ao aeroporto. Isso é absolutamente a coisa errada a se fazer”, explicou.

Ele orientou que somente as pessoas que "realmente precisam do serviço" informem com "bastante antecedência para que possamos garantir que haja pessoas suficientes para atender às suas necessidades".