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Ativista afirma que imagem de Jesus Cristo caucasiano é uma "forma de supremacia branca"

Apoiador do movimento antirracista, Shaun King ainda defende que obras com tal representação devem ser destruídas

Pamela Malva Publicado em 24/06/2020, às 08h00

Reprodução de Jesus falando na sinagoga (Lucas 4; 14-30)
Reprodução de Jesus falando na sinagoga (Lucas 4; 14-30) - Divulgação/Youtube

Em seu Twitter, o ativista Shaun King criou polêmica ao afirmar que representações de Jesus Cristo com características europeias são uma "forma de supremacia branca". Segundo noticiou o UOL, ele ainda defendeu que tais obras deveriam ser destruídas.

Bastante crítico, Shaun afirmou que as “estátuas do europeu branco que eles alegam ser Jesus devem ser derrubadas”. Apoiador do movimento Black Lives Matter, o ativista também é fundador da Real Justice PAC, uma organização política norte-americana.

Para Shaun, diversas obras que mostram um Jesus Cristo branco são peças “criadas como ferramentas de opressão”, um tipo de “propaganda racista”. Na opinião do ativista, a imagem caucasiana do profeta foi "criada para ajudar os brancos a usar a fé como uma ferramenta de opressão”.

A crítica foi feita em meio aos muitos protestos antirracistas que tomam as ruas ao redor do mundo. Nesse contexto, diversos personagens históricos vêm sendo questionados, enquanto suas estátuas são pichadas, derrubadas e retiradas de seus pilares.