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Pico de infecções da Ômicron deve acontecer em duas semanas

De acordo com especialista, o Brasil irá enfrentar 'semanas difíceis' em meio à pandemia de Covid-19

Penélope Coelho Publicado em 18/01/2022, às 12h00

Imagem meramente ilustrativa de vírus
Imagem meramente ilustrativa de vírus - Divulgação/Pixabay/geralt

De acordo com especialistas, apesar do alto número de casos de Covid-19, em decorrência da nova variante, ômicron, o Brasil ainda irá enfrentar o pico de infecções, o que deve acontecer dentro de algumas semanas.

Atualmente, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o país vive a maior média móvel de casos em meio à pandemia, desde junho de 2021. A tendência é piorar.

Em entrevista concedida nesta terça-feira, 18, para a CNN, Ethel Maciel, epidemiologista e professora Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), explicou a situação, que é consequência das festas de final de ano:

Natal, Ano Novo, as festas de fim de ano no geral demoram duas semanas para que tenhamos o pico de contaminação. E a gente ainda está em um período de férias, onde muitas pessoas tendem a aglomerar”.

Para a especialista, apesar da dificuldade em entender o atual cenário brasileiro na pandemia, pela escassez de testes, o país ainda deve atingir o pico de casos:

Estamos seguindo os dados de outros países que fazem muitos testes, mas acredito que ainda não chegamos no nosso pico. Vamos ter duas semanas ainda difíceis aqui no Brasil”, pontuou Maciel.