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Agência reguladora dos EUA libera aplicação da vacina da Pfizer em jovens a partir de 12 anos

Sabe-se que nos Estados Unidos, a vacinação contra o novo coronavírus em maiores de 16 anos já teve início

Penélope Coelho Publicado em 11/05/2021, às 07h45

Imagem ilustrativa de vacina
Imagem ilustrativa de vacina - Getty Images

De acordo com informações publicadas pelo portal de notícias G1, na noite da última segunda-feira, 10, a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, FDA, autorizou ontem o uso da vacina Pfizer/BioNTech contra o novo coronavírus, em jovens de 12 a 15 anos.

Segundo revelado na publicação, a autorização da aplicação do imunizante é para uso em caráter emergencial. Sabe-se que, nos EUA, a vacina já está sendo aplicada em maiores de 16 anos desde abril.

Em 31 de março, a Pfizer e a BioNTech anunciaram que a vacina contra Covid-19 produzida por elas, apresenta  eficácia de 100% nos adolescentes entre 12 e 15 anos. Desde então, os laboratórios aguardavam a autorização da FDA.

A agência reguladora informou que geralmente crianças e adolescentes apresentam quadros mais leves da Covid-19, mas, reiterou que o país registrou cerca de 1,5 milhões de casos positivos do novo coronavírus em pessoas dessa faixa etária, desde o início da pandemia até abril de 2021.

De acordo com o médico e diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA, Peter Marks, é importante que a vacinação avance para os jovens a fim de “continuar diminuindo a imensa pressão no sistema público de saúde causado pela pandemia”.

O presidente norte-americano, Joe Biden, informou na semana passada a pretensão de que 70% da população adulta de seu país esteja vacinada com ao menos uma dose do imunizante até 4 de julho, dia que é comemorado a independência dos EUA.

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, os Estados Unidos registram 32, 8 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam a 582 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.