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Notícias / Aquecimento global

Crise climática: Último mês de janeiro foi o mais quente em mais de 70 anos

As temperaturas vêm se mostrado acima da média durante vários meses seguidos, causando preocupação aos especialistas, entenda!

Redação Publicado em 08/02/2024, às 11h28

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Montagem ilustra queima total do planeta Terra - Pete Linforth/Pixabay
Montagem ilustra queima total do planeta Terra - Pete Linforth/Pixabay

Com a intensificação da crise climática, as temperaturas ao longo dos últimos tempos vem aumentando cada vez mais. Os últimos 9 anos foram os mais quentes desde que a Humanidade começou a fazer registros meteorológicos, com 2023 tendo sido, de todos, o mais quente: a temperatura anual esteve por volta de 1,27 °C acima da média. 

Este último mês de janeiro de 2024, por sua vez, mais uma vez quebrou recordes neste sentido, tendo sido o mais quente já registrado no mundo. Aliás, ele se segue a outros sete meses recordistas de calor, conforme repercutido pela coluna de Jamil Chade no UOL. 

A situação extrema vem deixando especialistas no clima alarmados. Essa escalada de calor não apenas ameaça o bem-estar e a saúde da população mundial, como também pode causar consequências planetárias desastrosas.

O aumento da temperatura dos oceanos, por exemplo, é uma delas, acarretando o derretimento das calotas polares e a redução populacional de diversas espécies marinhas cuja sobrevivência depende de águas mais frescas. 

Mais detalhes 

"Além de ser o janeiro mais quente já registrado, acabamos de passar por um período de 12 meses com mais de 1,5°C (1,7°F) acima do período de referência pré-industrial", apontou Samantha Burgess, que é a vice-diretora do Programa Copernicus (projeto de observação da Terra da União Europeia). 

As reduções rápidas nas emissões de gases de efeito estufa são a única maneira de impedir o aumento das temperaturas globais", acrescentou a especialista em nota. 

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