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Em entrevista, Bill Gates afirma que fim da pandemia do novo coronavírus está próximo

Para o magnata, a preparação para futuras pandemias é uma ‘prioridade máxima’. Confira!

Penélope Coelho Publicado em 27/04/2021, às 09h28

Fotografia do bilionário Bill Gates
Fotografia do bilionário Bill Gates - Wikimedia Commons

De acordo com informações publicadas pelo portal Exame, recentemente, o filantropo e bilionário Bill Gates, deu uma entrevista para a rede de televisão Sky News. Na ocasião, o homem se mostrou esperançoso para o final da pandemia do novo coronavírus, à medida que a vacinação avança no mundo.

Quando questionado se acredita na possibilidade de que o mundo esteja ‘completamente de volta ao normal’ até o final de 2022, o cofundador da Microsoft deu uma resposta positiva. Anteriormente, no final de 2020, Gates havia dito que tudo estaria melhor em abril de 2021.

Na recente entrevista, Billpontuou a importância da vacinação em âmbito mundial e afirmou que mesmo que a doença não seja erradicada, os números de casos devem diminuir consideravelmente:

"Alguns dos países ricos, incluindo os EUA e o Reino Unido, mesmo neste verão chegarão a altos níveis de vacinação e que ficaremos liberados para que possamos distribuir vacinas para todo o mundo no final de 2021 e até 2022 e, portanto, não teremos erradicado essa doença, mas seremos capazes de reduzi-la a números muito pequenos no final de 2022”, afirmou o empresário.

O norte-americano também pontuou a importância de se preparar para futuras pandemias, de acordo com Gates essa é uma “prioridade máxima”. Em decorrência dos problemas econômicos e psicológicos causados pelo novo coronavírus, o homem acredita que a geração que vivencia essa pandemia irá se lembrar disso.


Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 14,4 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 392 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano. 

De lá pra cá, a doença já infectou 148 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 3,12 milhões de mortes.