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Estados Unidos anunciam doação de doses de vacinas contra o novo coronavírus para outros países, Brasil faz parte da lista

O governo norte-americano irá doar 25 milhões de doses nesse primeiro lote, os imunizantes devem ser divididos entre as nações participantes

Penélope Coelho Publicado em 04/06/2021, às 07h51

Joe Biden recebe vacina contra covid-19
Joe Biden recebe vacina contra covid-19 - Getty Images

De acordo com informações publicadas na tarde da última quinta-feira, 3, pelo portal de notícias G1, autoridades norte-americanas anunciaram ontem a doação mundial de doses da vacina contra o novo coronavírus para outros países, o Brasil faz parte dessa lista, com mais outras 40 nações que integram a aliança Covax, além de aliados regionais dos EUA.

Segundo o anúncio, a primeira parte do lote inclui o envio de 25 milhões de doses do imunizante, as doses devem ser divididas entre as nações participantes. Até o momento, não se sabe ao certo o número de vacinas que o Brasil irá receber.

De acordo com a reportagem, o país terá que dividir cerca de seis milhões de doses com pelo menos outras 14 nações da América Latina. No total, os Estados Unidos prometeram a doação de cerca de 80 milhões de doses das vacinas AstraZeneca, Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson para outros países, as doações devem acontecer até o final de junho, inicialmente com a previsão do envio de 25 milhões de doses.

Em nota, o presidente Joe Bideninformou que as doações tem o objetivo de contribuir para o fim da pandemia: "Não estamos compartilhando estas doses para receber favores ou concessões [...] estamos compartilhando para salvar vidas e guiar o mundo em direção ao fim da pandemia”, revelou o democrata.


Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, os Estados Unidos registram 33,3 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam a 595 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.