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Notícias / EUA

EUA aceleram retirada de símbolos segregacionistas pelo país

O assassinato de George Floyd, em 2020, impulsionou a remoção de diversos símbolos em território norte-americano

Redação Publicado em 02/02/2022, às 12h00

A estátua de Robert E. Lee é feita de bronze e ficava no centro de Charlottesville - Getty Images
A estátua de Robert E. Lee é feita de bronze e ficava no centro de Charlottesville - Getty Images

Desde a época do assassinato de George Floyd, os EUA vêm promovendo uma grande derrubada de símbolos confederados. Conforme apontou um relatório do Southern Poverty Law Center divulgado na última terça-feira, 1°, o país acelerou o rítimo e retirou, em 2021, 73 estátuas, placas e nomes de escolas que homenageavam personalidades segregacionistas.

Segundo defensores da igualdade racial, a demanda pela destruição de símbolos confederados, historicamente homeageados no país, mostra um despertar para os danos gerado pela exaltação de figuras racistas.

"Vimos um tremendo movimento em relação à remoção de monumentos e memoriais dedicados a Robert E. Lee", disse Lecia Brooks, diretora do centro, de acordo com informações da Reuters. "O que isso nos diz é que o público aprendeu sobre esses chamados líderes confederados e está exigindo que eles sejam removidos do espaço público."

O Southern Poverty Law Center afirmou no relatório que o assassinato de Floyd, em Mineápolis, em 25 de maio de 2020, provocou na população norte-americana o desejo por justiça, o que levou à retirada de 159 símbolos espalhados pelos EUA desde então. No ano de 2019, foram retiradas apenas 21 estátuas, de acordo com o documento.