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Foragida desde 1994, advogada é presa acusada de participação na morte de ex-marido

Após 27 anos, Gily Cristina Zinovetz foi alcançada por policiais civis em uma casa na Barra da Tijuca, RJ

Wallacy Ferrari Publicado em 13/01/2022, às 13h02

Montagem com Gily entrando em DP ao lado de foto do ex-marido
Montagem com Gily entrando em DP ao lado de foto do ex-marido - Divulgação / Vídeo / EXTRA

Durante a tarde da última quarta-feira, 12, agentes policiais da 44ª DP, em Inhaúma, no Rio de Janeiro, localizaram a advogada Gily Cristina Zinovetz, acusada de orquestrar a morte do ex-marido, Jorge Pinto Duarte, em 14 de março de 1994, estando foragida da justiça há mais de 27 anos consecutivos.

Presa pelos oficiais, ela foi encontrada em uma residência na Ilha da Gigoia, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do capital fluminense. Na época que a acusação foi formalizada, Cláudio Augusto da Conceição e Wagner André Luiz Lara Resende também foram incluídos na denúncia com suposta participação no crime.

Na época, o casal estava recém-separado e Gily teria iniciado um relacionamento com Wagner, enquanto Jorge, por sua vez, tentava reatar com a ex-companheira, como informou o portal de notícias G1 após obter acesso a investigação.

No dia do crime, Gily e os outros dois acusados teriam alugado um carro para seguir a motocicleta da vítima, sendo baleado com dois tiros quando parou para conversar com Gily, em encontro marcado no Trevo de Itacuruçá, localizado na rodovia Rio-Santos, em Mangaratiba. A denúncia atribui a autoria dos disparos a Wagner.