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Proteção criada após resfriado comum pode ajudar contra Covid-19

Novo estudo publicado pelo Imperial College de Londres deu detalhes sobre a descoberta; entenda

Penélope Coelho Publicado em 11/01/2022, às 10h15

Imagem ilustrativa de uma pessoa espirrando
Imagem ilustrativa de uma pessoa espirrando - Divulgação/Pixabay/Mojpe

Um novo estudo realizado pelo Imperial College de Londres, na Inglaterra, divulgou novos dados a respeito dos mecanismos do sistema imunológico humano, em relação ao novo coronavírus.

Segundo a pesquisa, altos níveis das chamadas células T, que são produzidas pelo corpo após um resfriado comum, podem gerar proteção contra infecção da Covid-19.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, os especialistas acreditam que os resultados podem levar a uma nova abordagem para a produção de novas vacinas.

A pesquisa realizada desde setembro de 2020 analisou níveis de células T, geradas após resfriados comuns. 52 residências em que tiveram casos positivos de Covid-19 foram estudadas logo após a exposição, para entender se todos os residentes desenvolveriam ou não a infecção.

Os especialistas concluíram que 26 pessoas que não pegaram o vírus tinham níveis consideravelmente mais altos das células T. Entretanto, não é possível determinar por quanto tempo essa proteção duraria.

Confira a pesquisa completa neste link.