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As maiores guerreiras da História

De Joana D'Arc a Lyudmila Pavlichenko: Os maiores símbolos femininos no campo de batalha desde a Antiguidade

Redação Publicado em 26/11/2019, às 09h00

Lyudmila Pavlichenko
Lyudmila Pavlichenko - Getty Images

10. Lydia Litvyak, Rússia (1921-1943)

Lydia Litvyak / Crédito: Getty Images

 

A piloto soviética foi a primeira mulher a ganhar o título de ás e continua até hoje campeã em números de vitórias, por tirar do ar 12 aviões alemães. Teria sido mais se sua carreira não acabasse em menos de um ano, atingida por um caça.

9. Ching Shih, China (1775-1844)

Prostituta capturada por piratas em 1801, casou-se com o capitão do navio e tomou seu lugar após ele morrer em combate. A maior bucaneira da história era famosa pela férrea disciplina e cruéis torturas. Era chamada de O Terror do Mar da China.

8. Lozen, Estados Unidos (cerca de 1840-1890)

Filha do chefe Victorio dos Apaches, juntou-se a ele em uma rebelião iniciada em 1877, quando fugiram de uma reserva miserável para saquear terras dos brancos. Lutando a cavalo com fuzis de repetição, era tida pelos índios como um de seus maiores guerreiros.

7. Nakano Takeko, Japão (1847-1868)

Criada como samurai, comandou um batalhão de mulheres num ataque com naginatas (mistura de lança e espada) contra as forças do imperador Meiji. Ferida a tiros, pediu a sua irmã que cortasse sua cabeça para que não fosse levada como troféu pelos soldados.

6. Agustina Domenèch, Espanha (1786-1857)

Tela de Fernando Brambila ilustra Agustina Domenèch / Crédito: Wikimedia Commons

 

Em 1808, tento levar uma cesta de maçãs para os artilheiros que enfrentavam as forças de Napoleão. Ao ver os canhões abandonados, disparou ela mesma, inspirando os espanhóis a retomar as armas. Virou capitã de artilharia.

5. Milunka Savic, Sérvia (1888-1973)

Em 1913, ferida, foi parar num hospital militar. Só então o exército sérvio descobriu que ela era mulher. Savic, competente demais para ser dispensada, serviu na Primeira Guerra, terminando como a mulher mais condecorada da história.

4. Tômiris Mesageta (séc. 6 .C.)

Líder do maior império do mundo, Ciro, o grande, propôs casamento à rainha de Mesageta. Rejeitado, invadi o país. Tômiris liderou suas tropas pessoalmente, decapitando o persa e enfiando sua cabeça num jarro.

3. Boadicea, Inglaterra (cerca de 25-61)

Após ser chicoteada e ver suas filhas estupradas por legionários, a rainha dos iceni liderou seu povo numa insurreição, queimando Londinium (Londres) e aniquilando 70 mil romanos e celtas fiéis a eles. Suicidou-se para evitar ser presa.

2. Lyudmila Pavlichenko, Ucrânia (1916-1974)

Lyudmila Pavlichenko / Crédito: Getty Images

 

Quando os alemães invadiram a URSS, em 1941, tornou-se voluntária, não aceitando a sugestão de atuar como enfermeira. Com 309 mortes confirmadas, é a terceira atiradora de elite mais letal da história.

1. Joana D’Arc, França (1412-1431)

Aos 12 anos afirmou que, em uma visão, os santos diziam para expulsar os ingleses da França. Comovidos por sua fé, os franceses deixaram a adolescente lutar. Comandou vitórias decisivas, como na Batalha de Patay, até ser capturada e queimada viva.


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