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Pânico no ar: o enigma e a tragédia do voo 2501

Em 1950, uma simples viagem comum acabou se tornando o pior acidente de avião comercial dos Estados Unidos na época

Daniela Bazi Publicado em 03/10/2020, às 10h00

Aeronave DC-4, similar a envolvida no acidente
Aeronave DC-4, similar a envolvida no acidente - Wikimedia Commons

No dia 23 de junho de 1950, 55 passageiros e três tripulantes embarcavam em uma aeronave Douglas DC-4, para o voo Northwest Orient Airlines 2501, que ia de Nova York para Seattle, com escala em Minneapolis.

O avião era considerado um dos modelos mais modernos da época, prometendo uma viagem extremamente segura e preparada para qualquer imprevisto que pudesse acontecer.

Contudo, o que deveria ser apenas mais um voo comum acabou se tornando o pior acidente de avião comercial dos Estados Unidos na época e um dos maiores mistérios de todos os tempos. Enquanto sobrevoavam o Lago Michigan, a aeronave registrou subitamente uma descida e sumiu dos radares da torre de controle.

Assim que o desaparecimento foi notado uma enorme operação de resgate foi montada ao redor do lago, incluindo mergulhadores e equipamentos de alta tecnologia para que fosse possível realizar buscas no fundo da água, mas não foi possível obter o êxito que desejavam.

A equipe apenas conseguiu localizar algumas vítimas fatais, acentos e pequenos detritos que se encontravam flutuando na superfície. Os outros destroços da aeronave nunca foram encontrados.

Lago Michigan / Crédito: Pixabay

 

Resgate e mistério

Duas famílias completas conseguiram ser identificadas entre as pessoas mortas no trágico acidente: os Hokansons, onde se encontravam os pais John e Kay, e seus filhos Janice e Thomas de sete e quatro anos, respectivamente; e os Frengs, em que William H. Frengs, o vice-presidente da empresa americana International Telephone and Telegraph, se encontrava junto de sua esposa Rosa e sua filha Barbara, de 18 anos.

Uma organização voluntária chamada Michigan Shipwreck Research Associates (MSRA), assumiu o caso como um objeto de pesquisa a longo prazo, contando, até então, com o financiamento de Clive Cussler, fundador da agência especializada em busca de naufrágios em todo o mundo, a National Underwater and Marine Agency.

No mês de setembro de 2008, um dos pesquisadores encontrou uma sepultura próxima ao Lago Michigan, onde acredita ser de uma das vítimas do voo 2501.

De acordo com as análises feitas pelo MSRA, o cadáver teria sido retirado da água, levado até a terra e enterrado em uma vala simples, sem ser noticiado para possíveis parentes e sem qualquer identificação.

O caso continua inconclusivo até os dias de hoje, mas diversas teorias buscam explicar o que realmente teria acontecido neste fatídico dia.

Segundo relatos da época, uma forte tempestade estava acontecendo no suposto momento do acidente, e luzes misteriosas estariam cobrindo os céus da região. Algumas especulações também sugerem a possibilidade da atuação de óvnis, todavia, sem maiores provas. 


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