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Matérias / Griselda

Griselda: A 'rainha da cocaína' realmente escondia drogas em sutiãs?

Griselda, nova série da Netflix, retrata o império de crimes que marcou a trajetória da mulher que ficou conhecida como 'rainha da cocaína'

Redação Publicado em 01/02/2024, às 15h59

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Montagem mostrando Griselda Blanco na realidade e na série - Divulgação/ Netflix
Montagem mostrando Griselda Blanco na realidade e na série - Divulgação/ Netflix

Em nova série, a plataforma de streaming Netflix retrata a história da mulher que ficou conhecida como 'rainha da cocaína'. Com uma reputação sangrenta, marcada por tráfico de drogas e assassinatos cruéis, Griselda Blanco chama atenção mais de 12 anos após sua morte. 

Foi ela, inclusive, a pessoa responsável por idealizar as primeiras rotas de tráfico de droga através de Miami. Vale lembrar que, no futuro, as vias seriam utilizadas por cartéis de drogas da Colômbia. 

Após o sucesso com o comércio ilegal nos Estados Unidos, Griselda foi presa pelas autoridades em 1985 por fabricar, transportar e vender cocaína. Ela morreu em 2012, aos 69 anos, em um assassinato: a rainha da Cocaína foi morta a tiros enquanto estava num açougue. 

No último dia 24 de janeiro, foi lançada na Netflix uma minissérie a respeito da vida da narcotraficante, que traz no papel principal a também colombiana atrizSofia Vergara, mais conhecida por sua participação no sitcom "Modern Family". 

A produção dramática é inspirada nos eventos reais da vida de Blanco, mas usa de licença poética para fazer um retrato ficcionalizado da infame criminosa

A série intrigou espectadores a respeito do que é fato e o que é ficção na representação de Griselda. Entre os muitos detalhes de sua vida que chamam atenção, está a ideia de transportar drogas na lingerie. Na produção, a traficante conta com ajuda de mulheres para contrabandear cocaína para os EUA através das roupas íntimas. 

Cocaína no sutiã 

Conforme explicado pelo portal Tudum, da própria Netflix, a traficante colombiana realmente fundou uma fábrica de roupas íntimas que produzia calcinhas e sutiãs adaptados com bolsos escondidos para guardar pacotinhos de cocaína. 

Assim, era possível fazer o transporte da droga sem levantar suspeitas. Isso, pois, diferente de hoje, raramente havia mulheres trabalhando nos aeroportos para realizar as revistas de pessoas.

Os funcionários homens, por sua vez, muitas vezes faziam revistas mais leves em mulheres para evitar apalpá-las, o que poderia ser visto como desrespeitoso. 

Cena da série mostrando Griselda Blanco (interpretada por Sofia Vergara) / Crédito: Divulgação/ Netflix

Empregando a tática inusitada, Griselda Blanco conseguia utilizar mulheres atraentes para contrabandear a droga para fora da Colômbia.

Sua ideia, descrita como "genial" por Eric Newman, produtor da série da Netflix, é explicada por ele em uma declaração ao Tudum: 

"Nos anos 70 e 80, [não era] como é agora, onde todo mundo passa por um scanner ou chama uma atendente para revistar você. Naquela época, esses caras trabalhavam na alfândega e não havia ninguém que impedisse uma mulher linda que passava com um sutiã cheio de cocaína. Foi meio que genial", refletiu. 

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