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O assassino de criminosos: Pedrinho Matador, o maior serial killer brasileiro

Acusado de mastigar o coração de seu próprio pai, atualmente possui um canal no YouTube

Victória Gearini Publicado em 27/03/2020, às 13h00

Pedrinho Matador, serial killer brasileiro
Pedrinho Matador, serial killer brasileiro - Divulgação

Pedro Rodrigues Filho, mais conhecido como Pedrinho Matador foi um dos maiores serial killers brasileiros. Com uma lista cheia de crimes, foi acusado de mais de 100 assassinatos, sendo a maioria deles enquanto estava detido.

Nascido em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais no dia 17 de julho de 1954, Pedrinho Matador ficou conhecido por perseguir e matar outros criminosos. Seu histórico agressivo vem desde a infância. Sua mãe era agredida constantemente pelo seu pai, inclusive durante a gravidez. Ele conta que seu pai chutava a barriga de sua mãe e isso lhe ocasionou uma rachadura no crânio.

Aos 13 anos sentiu vontade de matar pela primeira vez, até que um ano depois ele assassinou o vice-prefeito de sua cidade, sob a justificativa que o governante teria demitido seu pai injustamente. Após o ocorrido, fugiu para Mogi das Cruzes, onde começou a roubar e executar traficantes.

Ainda jovem, prometeu encontrar o assassino de sua mãe, que foi morta com 21 golpes de facão. Em busca por vingança, descobriu que seu próprio pai era o responsável pelo crime. Em entrevista para o Marcelo Rezende, Pedrinho Matador confessou ter o esfaqueado 22 vezes e mastigado parte de seu coração.

O criminoso já afirmou em entrevistas que possui um código de conduta e que jovens que não respeitam o patrimônio público e aos mais velhos estão no alto da lista de coisas que o incomodam.

De acordo com registros policiais, em 1973, Pedrinho foi preso pela última vez. Enquanto estava sendo transferido para o presídio, assassinou seu companheiro de viagem. Ambos estavam algemados, mas isso não o impediu de matá-lo a sangue frio, alegando que o outro detendo seria estuprador.

Ele ainda assumiu a morte de outros dois companheiros de cela, justificando que um roncava muito e o outro não gostava de seu rosto. Para sobreviver foi obrigado a matar e ferir colegas dentro da prisão.

“O crime não é brincadeira. Muitos estão entrando por verem os galhos, fama e dinheiro, não a raiz, prisão e morte. É como o diabo: dá com uma mão e tira com a outra. Tem muitos jovens que entram e, quando querem sair, já é tarde demais”, disse em entrevista à Folha de S.Paulo.

Após ser condenado a 400 anos de prisão e cumprir aproximadamente 34 anos de pena, em 2018, Pedrinho Matador foi liberado.  Atualmente diz estar arrependido pelo seu passado e se converteu para o cristianismo. Além disso, possui um canal no YouTube, chamado Pedrinho Ex Matador & Pablo Silvia 2p. Junto de seu amigo Pablo Silvia, ele comenta outros crimes que estão em evidência e alerta jovens sobre os perigos da criminalidade.  


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