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Adolfo Lutz confirma dois casos de ômicron no Brasil

Ambos os pacientes foram diagnosticados com a nova cepa do coronavírus na quinta-feira, 25

Pamela Malva Publicado em 30/11/2021, às 18h00

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa - Divulgação/ Pixabay

Nesta terça-feira, 30, o Instituto Adolfo Lutz confirmou duas contaminações pela variante Ômicron do Coronavírus no Brasil. Ambas são de passageiros vindos da África do Sul, sendo que o sequenciamento genético que indicou a presença da nova cepa nos pacientes foi feito pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Segundo o G1, existe ainda a suspeita de um terceiro caso, mas de um passageiro vindo da Etiópia. O paciente, que não teve sua identidade revelada, desembarcou em Guarulhos, em São Paulo, e está sendo acompanhado pelo Instituto Adolfo Lutz.

Já os dois casos confirmados, de acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, são um homem de 41 anos e uma mulher de 37. O casal teria desembarcado em Guarulhos no dia 23 de novembro, conforme narrou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Inicialmente, ambos apresentaram comprovantes de PCR negativo para entrar no Brasil. Mas, como planejavam retornar para a África do Sul, fizeram um outro exame no dia 25 de novembro, no laboratório do Einstein instalado no aeroporto. Naquele momento, além dos testes positivos, o casal ainda apresentou sintomas leves da doença.

Uma vez diagnosticados, ambos os pacientes foram orientados a permanecer em isolamento. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o casal está sendo acompanhado pelas Vigilâncias estadual e municipal de São Paulo.

"Diante dos resultados positivos, o laboratório Albert Einstein adotou a iniciativa de realizar o sequenciamento genético das amostras. O laboratório notificou a Anvisa sobre os resultados positivos dos testes e sobre o início dos procedimentos para sequenciamento genético no dia 29/11 e, na data de hoje, 30/11, informou que, em análises prévias, foi identificada a variante Ômicron do Sars-Cov-2", afirmou a Anvisa.

Ambos os pacientes diagnosticados são missionários brasileiros que vivem na África do Sul, mas vieram para São Paulo a fim de visitar seus familiares. Segundo o G1, não existem registros de vacinação do casal em São Paulo no banco de dados do VaciVida.