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Notícias / Mona Lisa

Após ataque à Mona Lisa, ativistas podem pagar multa de € 1.500

No último domingo, 28, duas ativistas chamaram atenção ao jogar sopa contra o quadro Mona Lisa, de Da Vinci, no Louvre, em Paris

por Thiago Lincolins

tlincolins_colab@caras.com.br

Publicado em 30/01/2024, às 15h35

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O ataque (à esqu.) e a obra (à dir.) - Reprodução/Vídeo e Domínio público
O ataque (à esqu.) e a obra (à dir.) - Reprodução/Vídeo e Domínio público

No último domingo, 28, duas ativistas chamaram atenção ao redor do mundo após atirarem sopa contra o quadro Mona Lisa, o mais famoso de Leonardo da Vinci. Localizado no museu do Louvre, em Paris, o quadro é protegido por um vidro blindado, que protegeu a 'mulher' de feição enigmática. 

Após o ataque, as duas mulheres serão apresentadas a um juiz, explica a agência de notícias RFI. De acordo com a promotoria de Paris, a autoridade vai propor que elas paguem uma 'contribuição cidadã' a uma associação caritativa para assim evitar um processo. 

Com o ataque "as duas pessoas foram acusadas de penetrar ou permanecer num museu na França, pertencente a uma pessoa pública ou a um particular que exerça uma missão de interesse geral, incluindo o acesso proibido ou regulamentado de forma aparente, por ter atravessado o espaço seguro demarcado em frente ao quadro", afirma a acusação contra as ativistas, divulgada pela AFP. O crime é punido com uma multa de € 1.500 (aproximadamente R$ 8.000).

O ataque

Embora o ato não tenha prejudicado o quadro, assustou pessoas que se encontravam no Louvre no último domingo. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostra as mulheres da Riposte Alimentaire ('Resposta Alimentar), uma organização da França, jogando o líquido contra o vidro blindado da obra.

De acordo com o museu, a sopa de abóbora foi escondida em uma garrafa térmica. De acordo com as ativistas, a intenção era chamar atenção para a proteção do meio-ambiente e fontes de alimento.

"O que é mais importante? A arte ou o direito a um sistema alimentar saudável e sustentável?", disseram as mulheres em francês após o ato contra a obra de Da Vinci.

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