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AstraZeneca atualiza dados sobre a eficácia de sua vacina anti-covid

O laboratório anglo-sueco, entretanto, acrescentou que, em casos graves, a eficácia ainda é de 100%

Wallacy Ferrari, sob supervisão de Fabio Previdelli Publicado em 25/03/2021, às 09h07 - Atualizado às 15h21

Imagem ilustrativa de doses da vacina AstraZeneca
Imagem ilustrativa de doses da vacina AstraZeneca - Getty Images

O laboratório anglo-sueco AstraZeneca atualizou os dados técnicos de sua vacina contra o novo coronavírus na última quarta-feira, 24, registrando 76% de eficácia em casos sintomáticos da doença. O comunicado foi noticiado pelo portal UOL e teve base em um ensaio clínico realizado nos Estados Unidos, Chile e Peru.

A empresa biofarmacêutica se comprometeu em atualizar os dados com os novos resultados em até 48 horas ao órgão regulador estadunidense, contestando o primeiro resultado, que anunciou 79% da eficácia na segunda-feira, 22, de acordo com a CNN. A justificativa da fabricante foi a análise primária, obtida na terceira fase de ensaios da vacina, que apontaram a consistência.

Apesar da diminuição, o laboratório acrescenta que, em casos graves de covid-19, a eficácia se mantem total: 100% dos registros. O índice foi obtido com o estudo em 32 mil participantes, que apontou que o imunizante conseguiu reverter situações de maior risco. Agora, cabe a agência estadunidense avaliar se a aprovação é válida ao território norte-americano.

A vacina da AstraZeneca atravessa polêmicas após supostas relações com casos de coagulações, que posteriormente resultaram em sua suspensão em alguns países que compõem a União Europeia, conforme mostra notícia divulgada pela equipe do site do  Aventuras na História.


Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 12.220.011 de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 300.685 no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou 124 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2,7milhões de mortes. Os EUA seguem no topo da lista de infectados, com 30.034.270.