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Variante brasileira do Coronavírus é detectada pela primeira vez em Nova York

Segundo o governador do estado, o paciente de 90 anos que foi infectado com a P1 não fez viagens recentes para o Brasil

Pamela Malva Publicado em 22/03/2021, às 10h06

Imagem meramente ilustrativa de teste da Covid-19
Imagem meramente ilustrativa de teste da Covid-19 - Divulgação/Pixabay

No dia 25 de janeiro deste ano, o estado de Minnesota registrou o primeiro caso da variante brasileira do Coronavírus nos Estados Unidos. Agora, a chamada P1 também foi identificada em um paciente de Nova York, pela primeira vez na região, segundo o UOL.

De acordo com o governador do estado, o homem de 90 anos que testou positivo para a cepa brasileira não tem histórico de viagens recentes para o Brasil. Internado no Hospital Mount Sinai, o paciente, cuja identidade não foi revelada, mora no Brooklyn.

"A detecção da variante brasileira aqui em Nova York ressalta ainda mais a importância de tomar todas as medidas apropriadas para continuar a proteger sua saúde", afirmou Andrew Cuomo, o governador do estado, em comunicado oficial.

Até agora, segundo o Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDCs) dos Estados Unidos, o país já registrou um total de 48 casos de pessoas que testaram positivo para a cepa brasileira do Coronavírus, em cerca de 16 estados no país.

No caso registrado em Minnesota, contudo, o paciente tinha viajado para o Brasil pouco antes de testar positivo para a doença. Dessa forma, Joe Biden manteve a proibição da entrada de imigrantes vindos do território brasileiro nos Estados Unidos.

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 11.998.233 de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 294.115 no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou 123 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2,7milhões de mortes.