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Biografia sobre a vida e obra de Monet revela seus conflituosos últimos anos de vida

“Monet e a pintura das ninfeias: A história do projeto mais audacioso do Impressionismo”, de Ross King, apresenta a delicadeza e sensibilidade do artista

Victória Gearini | @victoriagearini Publicado em 18/05/2021, às 18h02

Retrato de Claude Monet
Retrato de Claude Monet - Nadar, via Wikimedia Commons / Domínio Público

Recém-lançada no Brasil pela editora Record (Grupo Editorial Record), a obra “Monet e a pintura das ninfeias: A história do projeto mais audacioso do Impressionismo”, do renomado escritor Ross King, traz um panorama completo sobre a vida e obra de Claude Monet.

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Monet e a pintura das ninfeias, de Ross King (2021) / Crédito: Divulgação / Record 

Nesta biografia sobre os últimos anos de vida do artista, os leitores irão se deparar com detalhes sobre a delicadeza e sensibilidade presente em uma de suas obras mais famosas, chamada Ninfeias.

Em 1914, a sociedade francesa recebeu o anúncio de que Claude Monet, aos 73 anos, havia se aposentado. Contudo, mesmo enfrentando uma catarata, o artista voltou a pintar

Considerado um dos maiores artistas da História do Impressionismo, Monet possui milhares de admiradores, ainda hoje, ao redor do mundo. 

No entanto, segundo o premiado biógrafo Ross King, o pintor sofreu muito em seus últimos anos de vida, sendo refém de seus próprios sentimentos e angústias. 

Disponível na Amazon em formato Kindle e capa comum, esta ilustre obra conta, ainda, com a tradução de Cristina Cavalcanti.

Confira abaixo um trecho da obra disponível na Amazon: 

Onde estava Georges Clemenceau? O dia das eleições francesas havia chegado — domingo, 26 de abril de 1914 —, e o jornal Gil Blas anunciou com perplexidade que o ex-primeiro-ministro, de 72 anos, tinha sumido de Paris. “Sua partida não deixa de causar surpresa”, informou o jornal. “Teria o polemista inflamado perdido o interesse pelas batalhas políticas?”

O Gil Blas estava sempre extraordinariamente bem-informado sobre as idas e vindas de Clemenceau, cuja personalidade terrível lhe valera o apelido de Tigre. Dois anos antes, o jornal noticiara que os bombeiros o haviam resgatado quando seu banheiro pegou fogo enquanto tomava um banho quente; em outra ocasião, publicou que, embora fosse o mais notório anticatólico francês, tinha se recuperado de uma cirurgia em uma casa de convalescência dirigida por freiras.


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