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Notícias / Japão

Corrida espacial: Japão pode ser o quinto país a pousar na Lua na sexta, 19

Após alguns países tentarem pousar no satélite, o Japão entra para a corrida espacial mais concorrida dos últimos tempos e pode alcançar objetivo logo

Isabelly de Lima Publicado em 17/01/2024, às 07h49

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Foguete da empresa Jaxa - Reprodução / Youtube / JAXA
Foguete da empresa Jaxa - Reprodução / Youtube / JAXA

Em meio à corrida espacial não tripulada, a Agência Espacial Japonesa (Jaxa) almeja conquistar seu lugar na história com a sonda Slim (Smart Lander for Investigating Moon). Caso seja bem-sucedido, o Japão se tornará o quinto país a realizar um pouso suave na Lua, seguindo os passos da Rússia, EUA, China e Índia.

A Slim representa o primeiro esforço oficial japonês para uma alunissagem, após a bem-sucedida missão orbital de mapeamento lunar pela espaçonave Selene (Kaguya) entre 2007 e 2009. Apesar de tentativas privadas anteriores, como a da empresa Ispace no ano passado, o país busca, agora, demonstrar precisão inédita ao pousar a menos de 100 metros de um alvo designado.

A tecnologia de pouso preciso assume papel crucial na exploração lunar futura, permitindo acesso a locais de interesse científico e explorando recursos naturais. Com um investimento estimado em cerca de US$ 120 milhões, a Jaxa pretende realizar essa proeza de forma eficiente, destacando-se pela tecnologia mandatória para a próxima geração de exploração lunar.

Processo de volta

A Slim, lançada em setembro de 2023, entrou em órbita lunar em dezembro e concluiu a manobra para iniciar seu processo de descida para a cratera Shioli nesta sexta-feira, 19. Adotando uma estratégia inovadora de descida vertical antes de assentar-se horizontalmente, a sonda buscará liberar dois pequenos rovers, consolidando a posição do Japão na corrida espacial lunar.

Outras iniciativas, como a da empresa americana Intuitive Machines em fevereiro e a aguardada missão Chang'e-6 da China em maio, prometem manter a emoção e inovação no cenário espacial, sinalizando um ano movimentado para as explorações lunares, de acordo com o portal Folha de S. Paulo.

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