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Notícias / Egito Antigo

Descoberta da semana: Egito revela 400 sarcófagos e 'tesouros' de 2,5 mil anos

Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito anunciou descobertas fascinantes de sarcófagos e artefatos

Redação Publicado em 31/05/2022, às 10h38 - Atualizado em 04/06/2022, às 08h00

Sarcófagos e uma das estátuas encontradas no Egito - Divulgação/Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito
Sarcófagos e uma das estátuas encontradas no Egito - Divulgação/Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito

Anualmente, o Egito fascina as pessoas que são apaixonadas por arqueologia. E neste ano não seria diferente. O Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito anunciou na última segunda-feira, 30, a descoberta de impressionantes 250 sarcófagos e 150 estátuas de bronze. As escavações foram iniciadas no ano de 2018. 

Estimado a data dos itens em 2,5 mil anos, a descoberta compreende objetos que foram colocados aos pés de Djoser, uma das pirâmides mais famosas de Saqqara.

Divulgação/Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito

As escavações foram capazes de revelar múmias em um curioso estado de preservação, além das estátuas que representam divindades como Anúbis, Ozir, Isis, Amon, Min Neftrom, Huhour e Bastet, em tamanhos variados. 

Além disso, vale destacar que a descoberta surpreendente também compreende a revelação de vasos feitos em bronze, que podem ter sido empregados durante rituais direcionados a deusa Ísis, símbolo da fertilidade no Egito Antigo. 

Divulgação/Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito

Fascinante descoberta

Quanto a época em que os sarcófagos e as estátuas foram feitos, a descoberta indica o ano de 500 a.C. Mas não acaba aí. Mostafa Waziri, atual chefe do Conselho Supremo de Antiguidades, escreveu em nota através o Facebook que poços funerários foram revelados durante a pesquisa.  

Divulgação/Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito

Nesta descoberta, um caixão bem preservado apresenta o que parecem ser capítulos do famoso 'Livro dos Mortos', crucial para a passagem dos mortos da vida após a morte na civilização que prosperou às margens do Nilo. 

Divulgação/Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito

Diante da relevância da descoberta, os restos do possível livro foram levados até o Museu do Egito. Na instituição, não só serão restaurados, mas também analisados por estudiosos.