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Pentágono reconhece mortes durante operações militares em 2019

O Departamento de Defesa americano afirmou que as mortes aconteceram no Iraque, Síria, Afeganistão e Somália

Paola Churchill Publicado em 07/05/2020, às 11h50

Sede do Pentágono em Washington, Estados Unidos
Sede do Pentágono em Washington, Estados Unidos - Pixabay

O Pentágono afirmou hoje que, além de ser responsável pela morte de 132 civis, também feriu 91 pessoas durante operações militares americanas no território do Iraque, Síria, Afeganistão e Somália. Contudo, algumas organizações afirmam que o número de mortes é bem maior do que o divulgado.

A ONG Airwars, especialista no número de vítimas por ataques aéreos, estima que os ataques comandados pelos Estados Unidos tenham matado, só na Síria, entre 465 a 1.113 civis em 2019.

Segundo informações do Departamento de Defesa, não houve vítimas civis em operações realizadas no Iêmen e Líbia. Além disso, eles assumiram a culpa pela morte de duas pessoas na Somália.

O país que foi mais atingido pelas tropas americanas foi o Afeganistão: o exército americano assumiu ter matado 108 cidadãos e ferido outros 78. No Iraque e na Síria, o Pentágono admitiu ser responsável pela morte de 22 civis e 13 pessoas foram feridas.