Jogos: guerra no Oriente

As fascinantes dinastias asiáticas entram em ação num premiado jogo

Fabiano Onça Publicado em 01/11/2007, às 00h00 - Atualizado em 23/10/2017, às 16h36

Aventuras na História
Aventuras na História - Arquivo Aventuras

Destaque

Age of Empires III: The Asian Dynasties - PC

Esta ótima expansão da premiada série Age of Empires oferece duas coisas. Em primeiro lugar, corrige pequenos bugs do jogo original. Em segundo, traz para o combate as fascinantes civilizações do Oriente. Ao todo, são três campanhas: a japonesa foca o período da guerra civil que culmina com a ascensão dos Tokugawa ao poder; a indiana tem como tema uma revolta contra a Companhia das Índias Orientais; e a chinesa cobre uma hipotética expedição ao Novo Mundo. As facções estão bem balanceadas entre si. Enquanto os japoneses têm uma fortíssima infantaria, os indianos, por exemplo, conseguem arrebanhar grandes massas de combatentes.

Simulador

Ace Combat 6: Fires of Liberation - X360

Neste game os desenvolvedores alcançaram um ótimo equilíbrio entre fluidez e (assombroso) nível de detalhes. O resultado é um jogo macio, veloz, com combates furiosos, graficamente bem elaborados. É ficção, mas lembra a Guerra Fria. Os bonzinhos de Emmerian combatem bad guys da Estovakia.

Estratégia

America´s Army: True Soldiers - X360

Feita sob supervisão do Exército americano, a série tem como objetivo dar uma “canja” da vida de um recruta. Na prática, é um game pouco mais realista que Battlefield. Nele, você pode encarnar um sniper, um granadeiro etc. Nos combates, ganha pontos em quesitos como valor, mira e camuflagem.

Tiro

Call of Duty 4: Modern Warfare - PC, PS3, X360, DS

A franquia Call of Duty sempre foi um selo de qualidade em jogos sobre a Segunda Guerra. Agora, avança rumo à guerra moderna com o mesmo padrão. Neste game, por exemplo, é fundamental buscar cobertura e agir dentro de uma lógica de equipe. Mudam só os cenários. Num deles, marines tentam penetrar no QG de um guerrilheiro islâmico. Mas, entre o quartel e os marines, estão centenas de milicianos – algo que lembra a batalha de Mogadíscio, na Somália.