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O bebê que nasceu em um metrô usado como abrigo, na Ucrânia

Ucranianos estão usando estações de metrô de Kiev para se protegerem de ataques aéreos das forças russas

Redação Publicado em 26/02/2022, às 10h07 - Atualizado em 06/03/2022, às 10h00

Bebê que nasceu no metrô de Kiev, na Ucrânia
Bebê que nasceu no metrô de Kiev, na Ucrânia - Divulgação

Em 26 de fevereiro, uma mulher deu à luz seu filho enquanto estava abrigada em uma estação de metrô na cidade de Kiev, na Ucrânia, para se proteger dos ataques aéreos das forças russas em seu segundo dia sob a ofensiva do exército de Vladimir Putin, presidente da Rússia.

Por meio de uma foto compartilhada nas redes sociais, é possível observar o bebê dormindo e segurando a mão da mãe, enquanto está coberto e usando agasalhos. No fundo, também vê-se outras pessoas sentadas no chão e em cadeiras.

Pessoas no fundo da foto / Crédito: Divulgação

De acordo com a BBC Internacional, a criança nasceu às 23h no horário de Kiev, enquanto a ucraniana tentava fugir da ofensiva militar russa ao lado de milhares de outros moradores da cidade.

Vagões e trilhos estão sendo usados como abrigo nas últimas 48h. Segundo destacou o jornal O Globo, as estações foram construídas a partir da visão da Guerra Fria e serviram como bunkers improvisados, onde pessoas estão dormindo em colchões nos últimos dias.

Invasão na Ucrânia

Após semanas de tensão entre a Rússia e a Ucrânia, o presidente russo Vladimir Putin iniciou o que chamou de 'operação militar especial' da Rússia na Ucrânia, como repercutiu a Fox News nesta quinta-feira, 24. 

De acordo com o veículo internacional, através de um pronunciamento, o presidente da Rússia disse que o confronto com as forças ucranianas é 'inevitável'. 

Tomei a decisão de conduzir uma operação militar especial. Nossa análise concluiu que nosso confronto com essas forças (ucranianas) é inevitável". 

'Consequências'

Putin, que descreve a ação como uma resposta a supostas 'ameaças da ucrânia', mandou recado para nações que tentarem intervir na 'operação'.

(...) Algumas palavras para aqueles que seriam tentados a intervir: a Rússia responderá imediatamente e você terá consequências que nunca teve antes em sua história", disse ele.