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Confira cinco curiosidades sobre o Rio de Janeiro do início do século 19

Saiba como era a cidade do Rio de Janeiro quando a família real chegou ao território

Redação Publicado em 28/11/2021, às 09h00

Vista da Quinta da Boa Vista por volta de 1820
Vista da Quinta da Boa Vista por volta de 1820 - Domínio público / Maria Graham

A vinda da família real portuguesa para o Brasil, ocorrida no início do século 19, foi um grande marco da história de nosso país. O evento, embora conturbado, acabou por ocasionar diversas mudanças estruturais no território, em especial no Rio de Janeiro, que viria a ser a capital do Reino Unido de Portugal.

Confira a seguir cinco curiosidades sobre a Cidade Maravilhosa no século 19.

1. Infraestrutura precária

Segundo informações da revista Recreio, até 1808, as construções cariocas eram antigas e precárias. Assim, quando D. João VI desembarcou no Largo do Paço com os 15 mil membros de sua corte, no dia 8 de março daquele ano, percebeu que era necessário promover grandes alterações naquele cenário.

O Paço Imperial / Crédito: Fulviusbsas

 

2. Decreto da abertura dos portos

A vinda da família real, ocasionou o fim do exclusivismo português sobre o comércio brasileiro, já que que foi decretada a abertura dos portos do Brasil às nações amigas.

Passaram a circular pela Baía de Guanabara todos os produtos que eram importados e exportados pela Colônia, de modo que o Rio se tornou, na época, um importante centro comercial.

3. Moradias insuficientes

Como era de se esperar, não havia, naquela cidade, construções suficientes que pudessem abrigar todas as pessoas que atravessaram o oceano junto à coroa.

Quinta da Boa Vista - Paço São Cristóvão / Wikimedia Commons / Taurus_br

 

Para solucionar esse problema, D. João VI, então, decidiu confiscar propriedades, colocando uma placa com o seu nome em cada residência escolhida, o que gerou revolta por parte dos verdadeiros donos das construções.

4. Residência real

O príncipe regente, sua esposaCarlotaJoaquina e filhos, além da rainha Maria I, ficaram hospedados no Paço Imperial, localizado no centro da cidade. O prédio, que se encontra de pé até os dias de hoje, logo se tornou a sede oficial do governo.

O Jardim Botânico em 1856 / Crédito: Domínio público / P. G. Bertichem

 

5. Instituições de ensino, pesquisa e cultura

Todos abrigados, o próximo passo era promover a criação de novas instituições. Surgiram na época as primeiras escolas agrícolas, bem como as primeiras faculdades para a população, que antes poderia ter acesso somente ao ensino básico.

Também foram criados o Jardim Botânico, o Museu Nacional, a Academia Real Militar e a Biblioteca Nacional, além dos laboratórios de análises químicas.


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