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20 de julho de 2019, data limite de Chico Xavier: Será o fim?

De acordo com o médium brasileiro, essa data é o limite da humanidade e o fim de tudo que conhecemos. Entenda a teoria!

André Nogueira Publicado em 20/07/2019, às 00h00

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Crédito: Reprodução

20 de Julho de 2019. O ano já parece vaticinar uma tragédia. Muitos falam de catástrofes apocalípticas pairando os tempos, esperando a chegada deste fatídico dia. Isso porque muitos estão voltando a acreditar na previsão de que esse dia, marco de 50 anos da chegada do homem na lua, é a data limite da humanidade.

Segundo Jefferson Bellomo, da Comunhão Espírita de Brasília, a teoria tem essa força pois relembraria o campo das inovações tecnológicas em avanço (incluindo as armas), que fariam a sociedade caminhar em direção a uma guerra até 2019. Se não, haveria um futuro de avanços. A ideia partiu do maior nome do espiritismo brasileiro, Chico Xavier.

Supostamente, Chico Xavier teria conversado com um amigo e premeditado essa informação. Só essas duas pessoas presenciaram o vaticínio, que só veio ao público após a morte do médium. Ou seja, a veracidade dessa ideia está na conta do amigo de Chico, que divulgou a informação.

Assim, o 20 de julho de 2019 será marcado por intensos desastres naturais, transtornos e movimentos que iniciariam ciclos de renovação. Seria o fim de toda uma realidade social estabelecida.

C. Xavier / Crédito: Reprodução

 

No entato, essa teoria é polêmica no seio do espiritismo e muitos consideram que é apenas uma enganação por parte do amigo que teria testemunhado a premonição de Xavier. Muitos espíritas exigem mais provas. 

No mundo do ocultismo e das crenças, a teoria está sendo discutida. Muitos acreditam que pode ser momento de rezar, pois tragédias traumatizantes estão por vir, enquanto outros creem numa versão positiva dessa profecia, defendendo que é tempo de mudança e melhoria.

Há aqueles que acreditam numa parte da teoria que diz que o Brasil será um lugar pouco atingido pela onda de mudança, se tornando um refúgio aos sobreviventes.