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Sem ligação com os condenados e duas versões: 5 curiosidades sobre os filmes que reproduzem o caso Von Richthofen

Com a estreia de 'A Menina que Matou os Pais' e 'O Menino que Matou Meus Pais', confira curiosidades sobre os bastidores

Redação Publicado em 25/09/2021, às 08h00

Carla Diaz vive Suzane nos filmes
Carla Diaz vive Suzane nos filmes - Divulgação/Santa Rita e a Galeria Distribuidora

Depois de muita espera, os filmes sobre o caso Suzane von Richthofen finalmente foram lançados na última sexta-feira, 24 no Amazon Prime Video.

Contando com a reprodução dos depoimentos reais, os filmes mostram a saga de Suzane, Daniel e Cristian Cravinhos, que em 2002 mataram os pais da jovem a sangue frio.

Divulgação/Santa Rita e a Galeria Distribuidora

 

Com Carla Diaz na pele da criminosa e Leonardo Bittencourt na pele do namorado da condenada, os filmes já chamaram atenção antes mesmo do lançamento.

O site Aventuras na História separou 5 curiosidades sobre as produções, que você confere a seguir.

1. Carla Diaz não se encontrou com Suzane

Um dos rumores que sondaram o filme lá em 2019 foi que a atriz principal teria recusado um encontro com Suzane, que hoje encara uma condenação de 39 anos em Tremembé.

Contudo, se tratou apenas de rumores. A própria atriz explicou que a produção do filme nunca solicitou isso, ou seja, Fake News.


2. Sem ligação com os envolvidos

Uma grande dúvida que surgiu entre os brasileiros, e que resultou em muitas críticas, é se os envolvidos no crime receberiam valores pela produção e que os filmes foram realizados a partir da Lei Rouanet.

Mais uma vez, quem afirmou isso espalhou Fake News. A Santa Rita e a Galeria Distribuidora esclareceram essas informações ainda em 2020. Nem os cravinhos ou até mesmo suzane estão envolvidos na produção, além do mais, eles também não receberão algo.

Divulgação/Santa Rita e a Galeria Distribuidora

 

"Eles não estão envolvidos e tampouco têm contato com atores, produtor, diretor ou equipe", explicou um trecho da nota.

Além disso, os filmes não foram produzidos por meio de recursos públicos (como a lei rouanet, fundo setorial e outros meios). "Estes filmes são produzidos 100% com investimento privado, sem verba pública”.


3. Em 33 dias

Enquanto ainda estava confinada no Big Brother Brasil, reality da Rede Globo, a atriz tirou a dúvida de um participante quanto ao tempo de gravações do filme. Carla explicou que as gravações foram rodadas em 33 dias.

Divulgação/Santa Rita e a Galeria Distribuidora

 

“Gravação a gente rodou em 33 dias os dois filmes, foi corrido, mas a preparação (atriz foi interrompida)”, disse ela.


4. Um crime, duas versões

Uma grande dúvida dos brasileiros é entender o motivo dos filmes terem duas versões. As duas produções contam a mesma história, porém com pontos de vista diferentes, um deles sendo o de Suzane e o outro de Daniel Cravinhos.

No começo do ano, conversamos  com Gabriel Gurman, CEO da galeria distribuidora, que falou sobre essa questão.

“Já era um filme dividido em dois. porém acabava terminando com um dos pontos de vista, para conseguir dar um desfecho, e aí quando a gente leu o roteiro, não achou que a história estava sendo finalizada da forma que acreditávamos que era a mais isenta possível", fecha aspas, explicou ele.

"Desde o começo, existiu essa preocupação de não defender nenhum dos lados. essa ideia de fazer dois filmes veio em uma conversa informal, até como forma de brincadeira, e eu fixei isso na cabeça e fui enxergando essa como a única opção para contar a história”.


5. Olhar artístico

Quando foi anunciado que os filmes seriam lançados no Prime Video, a atriz fez uma publicação no Instagram onde falava sobre o papel desafiador.

“Quando essa personagem apareceu na minha vida, não hesitei. seria um desafio artístico gigantesco, que exigiria de mim dedicação, estudo e coragem”, fecha aspas.

Carla também informou que está preparada para as críticas que venha a receber. "Críticas fazem parte da trajetória de um artista e eu embarquei nesse projeto pronta para enfrentá-las. foram incansáveis dias de preparação, reclusão e filmagens”.

Ela disse que o encarrou com um ‘olhar artístico’ e ‘sem julgamentos’.

“Um trabalho que exigiu de mim um olhar artístico sem julgamento para uma história que pretende retratar um crime bárbaro, que mexe com as nossas emoções, com as mais profundas e incômodas emoções que passam pela aversão e pelo pavor”.