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Autorretrato de Frida Kahlo se torna obra latino-americana mais cara vendida em leilão

“Diego y yo” foi descrita como "uma das obras mais importantes de Kahlo a serem leiloadas"

Isabela Barreiros Publicado em 17/11/2021, às 10h11

"Diego y yo" de Frida Kahlo
"Diego y yo" de Frida Kahlo - Divulgação/Youtube/faz

Um autorretrato pintado pela artista mexicana Frida Kahlo foi a leilão na Sotheby's em Nova York e bateu um recorde, tornando-se a obra de arte latino-americana mais cara já vendida em leilão.

O quadro “Diego y yo” (“Diego e eu”) foi arrematado pelo valor de US$ 34,9 milhões, cerca de R$ 191 milhões de acordo com a cotação atual do dólar.

Em setembro, a casa de leilões anunciou que a obra iria a leilão e a estimou em US$ 30 milhões (R$ 164 milhões). Antes disso, o quadro de Kahlohavia sido vendido pela última vez apenas em 1990 por US$ 1,4 milhão (R$ 7,6 milhões).

O recorde de valor mais alto pago em leilão por uma obra latino-americana havia sido estabelecido anteriormente por uma peça de Diego Rivera, que foi vendida a US$ 9,76 milhões (R$ 49 milhões) em 2018.

Kahlo teve um relacionamento com Riveraque está, inclusive, representado no trabalho que conquistou o novo recorde. Trata-se de um dos últimos autorretratos da pintora, descrito como "uma das obras mais importantes de Kahlo a serem leiloadas" pela Sotheby's.

O New York Times informou que o comprador do quadro foi identificado como Eduardo F. Cosantini, fundador de um museu na Argentina.