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Notícias / Estados Unidos

Policiais dos EUA são investigados de matarem adolescente autista a tiros

O adolescente estava experienciando uma crise de saúde mental quando os oficiais foram chamados à cena, que infelizmente terminou com a morte do rapaz

Redação Publicado em 14/03/2024, às 10h54

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Fotografia da família do rapaz em passeio - Divulgação/ Redes Sociais
Fotografia da família do rapaz em passeio - Divulgação/ Redes Sociais

No estado norte-americano da Califórnia, policiais estão sendo investigados por terem assassinado a tiros um adolescente estadunidense que tinha autismo. O episódio se deu no último fim de semana, quando o rapaz, chamado Ryan Gainer, teve uma crise. 

Os parentes de Gainer, que tinha 15 anos, contataram as autoridades no sábado, 9, afirmando que o rapaz "estava agredindo ativamente membros da família e danificando propriedades na residência". Quando o primeiro oficial chegou à residência, encontrou o adolescente autista segurando uma ferramenta de jardinagem de ponta afiada.

Conforme comunicado pelo departamento policial local, ele correu na direção do homem, que disparou contra o jovem a fim de se defender. O parceiro do primeiro policial, por sua vez, também usou seu revólver. No total, três balas foram disparadas, segundo repercutiu a CNN. 

Ryan chegou a ser socorrido por profissionais de saúde, conseguindo chegar ao hospital, porém não resistiu os ferimentos e foi a óbito mais tarde naquele mesmo dia. 

Coletiva de imprensa 

Em uma coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira, 11, o xerife da região, Shannon Dicus, comentou o caso: 

Não há razão para que sejam as autoridades policiais que acabem por se envolver nestas crises, especificamente, quando transferimos estes indivíduos para serviços sociais que deveriam ser concebidos para cuidar de necessidades de saúde mental", opinou o oficial, ainda de acordo com a CNN. 

"O que realmente precisamos observar é que mesmo que tivéssemos os melhores cuidados de saúde, o melhor psicólogo nessa interação imediata… não existem palavras mágicas. Pagamos agentes da lei para acabar com as ameaças e a violência", completou Dicus