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Jennifer Aniston diz que tirou de sua vida pessoas que não tomaram vacina contra covid-19

"Todos têm o direito à própria opinião, desde que não seja baseada puramente em medo ou propaganda”, afirmou a atriz

Isabela Barreiros, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 05/08/2021, às 09h49

Jennifer Aniston na 26º edição do Annual Screen Actors Guild Awards em janeiro de 2020
Jennifer Aniston na 26º edição do Annual Screen Actors Guild Awards em janeiro de 2020 - Getty Images

A atriz Jennifer Aniston, conhecida por ter interpretado Rachel no seriado Friends (1994), comentou recentemente sua relação com pessoas que não se vacinaram ou que se recusam a revelar se foram imunizadas contra a covid-19. A declaração foi feita em uma entrevista à revista InStyle, na edição em que foi capa.

A estrela afirmou que parou de falar com pessoas de sua “rotina semanal” após a recusa da vacinação. Aniston, desde o começo da pandemia, vem alertando o público para a importância do uso de máscaras, distanciamento social e de medidas que tem como objetivo impedir o avanço do vírus, como a aplicação do imunizante.

"Eu tenho tirado algumas pessoas da minha rotina semanal que se recusaram ou que não revelam [se foram ou não vacinadas], e isso é lamentável”, revelou a atriz.

Jennifer ainda ressaltou a existência de um “grande grupo de pessoas anti-vacina ou que simplesmente não dá ouvidos aos fatos”. Para ela, como repercutiu o portal G1, isso é “realmente uma pena”.

 
 
 
 
 
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"Eu sinto que é sua obrigação moral e profissional informar, uma vez que não estamos sendo testados diariamente. E é complicado, porque todo mundo tem direito a ter sua própria opinião — mas um monte de opinião que não é baseada em nada além de medo ou propaganda”, declarou Aniston.

Segundo o jornal The New York Times, os Estados Unidos contam hoje com aproximadamente 93 milhões de pessoas que podem ser vacinadas, mas não o fazem por “opiniões pessoais”. 

Em um pronunciamento realizado na última terça-feira, 3, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, destacou que o país está vivendo uma “pandemia dos não vacinados”, pois maioria das pessoas internadas ou mortas pela doença atualmente não tomaram nenhuma dose contra a covid-19.